domingo

Concentração de Faro comemora 30 anos...

... e houve record, mais de 30 mil inscrições. E ainda não foi desta que eu lá fui com a mota que talvez um dia num futuro próximo me decida a comprar. O que eu gosto de um veículo de 2 rodas. O problema é que ainda não saí da minha zona de conforto e na minha vida ainda só existe a bela da bicicleta, em que sou euzinha que a faz andar, nada de motores.
É claro que quando falo de motas, refiro-me a scooters. Não sou ousada para mais. Nunca me meteria numa Honda CBR porque desconfio que não chegaria com os pés ao chão. 
Há scooters que são icónicas. A Vespa é uma delas e as mais antigas são agora consideradas verdadeiras relíquias. O MUDE já teve uma exposição de vários modelos e cores e lembro-me de ter saído de lá deliciada.
O cinema de vez em quando lembra-se das motos e faz delas personagens. A Vespa e a Harley Davidson são por norma, as mais priveligiadas. Aqui vai um conjuntinho de fotos que comprovam a presença assídua dos veículos de duas rodas tão amados por alguns.

O Selvagem com Marlon Brando

O Exterminador Implacável

Querido Diário com e de Nanni Moretti

Alfie e as mulheres com Jude Law e Siena Miller

A Intérprete com Nicole Kidman e Sean Penn

Larry Crowne com Tom Hanks e Julia Roberts

La Poderosa, uma Norton 500cc em Os Diários de Che Guevara

Férias em Roma com Audrey Hepburn e Gregory Peck





sexta-feira

O biquíni faz 65 anos...

... e os homens agradecem ao engenheiro mecânico francês Louis Réard que o "inventou" em 1946. Baptizou as duas reduzidas peças com o nome de um conjunto de ilhas localizadas no Sul Pacífico, Bikini Atoll, onde em Julho desse mesmo ano, estavam a ser feitos testes à bomba atómica.
Desde então o biquíni celebrizou-se, sobretudo com a ajuda do cinema. Ursula Andress fez saltar muitos olhos das órbitas quando apareceu com o sensual traje em 007. Anos mais tarde, Hale Berry fez-lhe uma homenagem, surgindo no grande ecrã com um muito semelhante, também numa aventura do mais famoso agente secreto britânico.




Em Anjos de Charlie, Cameron Diaz e Demi Moore mostraram a boa forma física através de 2 biquínis muito simples.


E nas semanas da Moda de S. Paulo e do Rio de Janeiro, as mais famosas marcas brasileiras mostram as suas últimas criações. Aqui vão algumas fotos da Cia Marítima (1ª e 2ª fotos ) e da Água de Coco ( 3ª foto ).







E a última criação da Fábrica Bordalo Pinheiro

vai para... a Moody's! Um Zé Povinho elaborado com todo o amor e carinho para os melhores amigos de Portugal, Irlanda e Grécia. Digam lá se não é lindo.

terça-feira

Cueca sem costura versus Cueca fio dental

O combate do ano na indústria têxtil. Qual delas permite acabar com a duplicação do rabo? Qual delas a mais invisível?
Reza a lenda, que o combate começou há uns bons anos atrás quando muitos empresários do ramo da confecção da roupa interior, antecipando-se à crise que já espreitava, resolveram tomar medidas drásticas e cortar no tecido das cuecas. Foi a morte súbita do cuecão à avó. As cuecas fio dental começaram a aparecer em força, primeiro nas lojas e logo depois nos rabos. Surgiu o debate e a discórdia. Havia quem jurasse que as diminutas peças eram sensuais e confortáveis e havia quem afirmasse sem rodeios que aquilo era tão bera quanto um cinto de castidade de aço e nem o argumento apresentado pelas pró fio dental de que tinham ganho espaço nas gavetas e na máquina de lavar roupa, convenceu as contra fio dental.
Para agradar a gregas e troianas, os designers tiveram de lançar mãos à obra, ou melhor, à cueca e criar algo confortável e invisível a olho nu, sobretudo debaixo de vestidos ou calças colados à pele. A ideia era que a mesma fosse perceptível não ao olhar mas apenas ao toque de alguma mão que se atrevesse a ultrapassar as fronteiras da roupa exterior para chegar à interior.
Aparece então, a cueca sem costura, que quando conjugada com a cor nude, é como o camaleão e funde-se com a cor da pele. Foi a fórmula que permitiu às contra fio dental e ( ao mesmo tempo ) contra cueca da avó, suspirarem de alívio.
E vocemessês, qual a vossa fórmula de eleição?

Cueca sem costura em rabo que passou pelo Photoshop, claro está

Cuecão da avó

Cueca fio dental em rabo que também passou pelo photoshop, claro está



domingo

Pedalar pelas ciclovias de Lisboa

Poderosa e Destemida hoje foram pedalar. Poderosa fez um lifting e não hesitou em mostrar-se ao país e ao mundo. Meteram-se à estrada e percorreram os caminhos entre o Parque das Nações e o Instituto Superior de Agronomia. O percurso faz-se muito bem. Pensava erradamente que entre o Cais do Sodré e Belém, as condições ainda não eram as melhores, mas descobri que andava desactualizada.
As mentalidades estão de facto a mudar. Há cada vez mais adeptos da vida saudável. O número de ciclistas com que nos cruzamos é cada vez maior a cada fim de semana que passa.
Será que em 5 anos já estaremos ao nível de Amesterdão e a bicicleta já será de facto uma opção? um transporte tão usado como o carro? Esta resposta apenas e só, o tempo dará, mas estou confiante e Poderosa e Destemida estão orgulhosas por fazerem parte deste movimento.  

Ontem começou o Masterchef português...

... e como é hábito, teve de haver concorrentes humilhados pelo juri. Eu que não sei cozinhar e digo-o sem rodeios ou vergonha, fiquei indignada com alguns comentários. Passo a explicar o motivo da minha indignação. Num programa como o Ídolos, tanto o juri como o espectador consegue avaliar se o candidato a estrela da musica tem voz de cana rachada ou não, se tem ritmo ou ainda, se sabe a letra da canção principalmente quando é em inglês. Em resumo, profissionais e também amadores percebem com facilidade, se aquela pessoa que teve a coragem de ir às audições, tem evergadura para aquele propósito. No Masterchef, só o juri tem essa capacidade. O espectador está privado de provar as iguarias que os concorrentes vão lá, tão orgulhosos, preparar. Houve um dos jurados que simulou um vómito ao meter o dentinho no prato preparado por uma concorrente. A comida tinha muito bom aspecto e a rapariga foi às lágrimas com o que teve de ouvir. Pensei logo para comigo. Amigo, queres experimentar má comida? Então anda cá a casa que eu preparo-te uma suculenta refeição. Até vais chorar, mas não é por mais, é por menos. Eu diria mesmo que até vais gritar pela mãezinha. No entanto, como trazer o jurado cá a casa parece-me tarefa difícil, tenho um plano mais astuto. Se Maomé não vai à montanha vai a montanha a Maomé. Será esta a ordem de trabalhos. Vou-me deslocar ao restaurante deste chef, pedir um pratinho por ele confeccionado claro está e depois vou pedir o Livro de Reclamações. E vou lá escrever com amor alguns comentários bem desagradáveis. Posso não saber cozinhar mas sei comer. Ah isso sei fazer muito bem. E quando digo que gosto de comer, gosto de um bom prato cheio e não de um pratinho em que a comida está toda delicadamente disposta. E é certo e seguro que é deste tipo de comida que este jurado insensível gosta de preparar. Vou escrever no Livro de Reclamações, formosa e segura, a seguinte frase: saio daqui e vou degustar um belo de um bitoque, pois estou cheia de fome após este montinho de carne ainda viva sobre cama de puré de pera abacate aquecida em forno a 2 graus, sarapintada com ervas aromáticas plantadas num terreno no Tibete e regadas por monges.