quinta-feira

As Serviçais - The Help

Estou para aqui sem saber o que elogiar primeiro. O elenco? As interpretações? O argumento? O guarda-roupa? Bem, talvez seja melhor começar pelo fabuloso grupo de actrizes escolhido para contar uma história de amizade e racismo no Sul dos EUA, mais propriamente no Mississipi, durante os anos 60.
Enquanto Martin Luther King gritava "I have a Dream" a criadagem nos estados sulistas norte-americanos, composta maioritariamente por mulheres negras, sofria o racismo das mentes mais mesquinhas. As Serviçais revela como estas, por exemplo, estavam impedidas de frequentar as casas de banho dos patrões mas ao mesmo tempo, tinham a grandiosa tarefa de educar e acarinhar os filhos desses mesmos patrões. 
Viola Davis ( de A Dúvida ou Comer, Orar, Amar ) representa Aibileen, criada, filha de mãe criada e neta de avó escrava. Toda a vida educou crianças brancas, às vezes prejudicando a educação do próprio filho. Tem muitas histórias para contar assim como Minny ( Octavia Spencer ), a sua melhor amiga, também ela serviçal. São estas histórias que suscitam o interesse de Skeeter ( Emma Stone, a nova menina bonita de Hollywood ) ao ponto de querer escrever um livro com elas. Um livro que vai abalar os alicerces da sociedade sulista mais tacanha, cuja principal representante é a personagem interpretada por Bryce Dallas Howard ( a última vez que a vi foi no filme do Clint Eastwood Hereafter - Outra Vida ). Destaque para os contributos de outras actrizes com papeis secundários mas igualmente muito bem defendidos como por exemplo, Jessica Chastain ( mulher de Brad Pitt no polémico A Árvore da Vida ), Allison Janey ( a deliciosa madrasta de Juno, no filme com o mesmo nome ) ou a veterana Sissy Spacek ( Carrie )
O guarda-roupa, sendo de época, exige perfeição. E a perfeição obteve-se. Perfeito é também o sotaque sulista dos actores. A credibilidade do filme a ser reforçada até com este detalhe.


Últimas da Moda Lisboa

Dois dos meus criadores preferidos. A Katty Xiomara é perita em fazer coisinhas românticas e o Nuno Salazar, coisinhas cheias de glamour e elegância.

Katty Xiomara




Nuno Baltazar






domingo

sábado

A Moda Lisboa está a decorrer...

... e não vale a pena tentar enganar ninguém: eu não fui. E não fui não porque não quero, mas antes porque como de costume não tive acesso a convites. É assim a vida triste de uma mulher que vive para a Moda apesar de a Moda ( a verdadeira, aquela que se passa neste tipo de certames ) nem saber que ela existe. 
De qualquer forma, tenho seguido o evento pela comunicação social e já pude ver as colecções da dupla Manuel Alves / José Manuel Gonçalves, de Pedro Pedro, Ricardo Preto, Maria Gambina, Alexandra Moura ou Luís Buchinho. Pelas fotos, pude constatar que há muita coisa vestível, isto é, coisas originais mas dentro dos padrões " ah isto até que é normal e não estou a parecer uma mistura de astronauta com balão de ar quente". 
Ponho aqui para vós, leitores fiéis e assíduos, as fotos das minhas indumentárias preferidas de cada autor:

Alexandra Moura






Dupla Alves / Gonçalves




Luís Buchinho



Maria Gambina



Pedro Pedro







Ricardo Preto



quinta-feira

Habemus Nobel da Literatura!!

E eu não faço a mínima ideia de quem seja o senhor. Coisa que aliás acontece muitas vezes quando se trata deste famoso e cobiçado prémio. Tomas Transtromer, poeta sueco, foi o nome que recebeu tamanha honra. Um filho da terra, portanto. Tenho que cá para mim, não o vou ler. A poesia para a minha pessoa tem de ser muito, repito, muito especial para eu gostar dela.
Aqui fica a foto do autor. Alguém já o leu? Informações pedem-se.




Iniciei o meu curso de costura...

... e desde já declaro, que não estou satisfeita! Para mim qualquer curso, seja de que natureza for, tem de começar pelo básico. No caso da costura, para mim o básico é tarefas do estilo: cozer um botão, reparar uma costura que se descoseu, subir a bainha de umas calças. Pois não foi nada disto que aconteceu até ao momento. 
Puseram-me a desenhar moldes! E ao explicarem-me como se fazia a coisa, a explicação era dada como se estivessemos a rever matéria já ensinada há muito tempo.
Sim,  moldes são importantes. É através deles que criamos as belas peças de vestuários que todos vestimos mas vejamos as seguintes situações: quando a pessoa vai aprender a conduzir, não vai logo para a auto-estrada ou ali para a IC19 para saber o que é trânsito a sério. Primeiro coloca o cinto, ajusta os espelhos, aprende a lidar com os piscas ( se bem que daqui a uns tempos vai deixar de lhes dar uso ) anda a 10 Km/hora que é para os outros condutores apanharem logo uma camada de nervos e chamarem-nos vários nomes queridos, grava as estações de rádio mais importantes, dá umas voltinhas tímidas em bairro pouco agitados. Isto sim, são os chamados baby steps. Quando uma criança entra na primária, não vai começar logo a ler os Lusíadas, não é? Primeiro há que simplesmente, aprender a ler.
No início desta semana a desilusão tomou conta de mim. Mas foi virose de pouca dura. Já me pus a investigar na Internet outras escolas. A ver vamos se descubro algo mais de acordo com as minhas medidas. 

domingo

Decoração de Interiores...

... é coisa que me tem interessado desde que comecei a decorar a minha própria casa. Já escrevi aqui um ou dois posts sobre isso mas ultimamente dou por mim tão obcecada pelo tema que sempre que vejo um apontamento que me interessa em casa de amigos, parto logo para o registo fotográfico que poderá não ser o melhor mas é o possível.


Um pormenor na cozinha de uma casa de campo


Uma parede de xisto - haverá detalhe mais bonito?



Detalhes de Mil e Uma Noites


Candeeiro exterior em casa de campo


Mais um detalhe original em casa de campo


Um armário numa cozinha que aí fica tão bem mas que em qualquer outra divisão também ficaria.