sábado

O Verão nunca mais acaba... (2)

... e aquelas pecinhas de roupa tão quentinhas e felpudas das novas colecções ou não têm deixado as prateleiras das lojas ou não têm deixado os roupeiros daqueles que não resistiram a comprar algo para os dias mais frios.
Eu pela minha parte, acabei de elaborar todo um plano de ataque para a missão "vestir bem e barato no Outono / Inverno que se avizinha". 
A receita é simples:
- 3 pares de calças coloridas 
- 1 par de calças pretas
- 3 camisolas coloridas
- 1 camisola preta
Mistura-se a camisola preta com as calças coloridas e as calças pretas com as camisolas de cores vibrantes. A isto se chama estilo low cost. Já comprei estas verdinhas na Zara por 19,95 €. Nos próximos meses vou buscar as vermelhas e as azulão.



Quanto às camisolas, uma amarela e uma laranja adquiridas no Freeport ao preço da uva mijona, já cá cantam. 

sexta-feira

O Verão nunca mais acaba... (1)

... e se por um lado o calor já cansa, por outro é a única coisa que continua a aquecer o nosso espírito. O que nos vale é este clima e a nossa luz no meio de tanto desânimo.
A chuva e os dias cinzentos que não tenham pressa pois isso é a última coisa de que precisamos agora.

quinta-feira

O Passos Coelho falou ao país...

... e a parte preferida de todos foi o aumento do horário de trabalho em meia-hora, fim dos feriados e no caso dos funcionários públicos, o desaparecimento dos subsídios de férias e de Natal. Estou um pouco espantada por esta última farpa não ter atingido os privados. Suspeito que tão breve quanto possível vai ser publicada a Errata do discurso do nosso Primeiro dizendo algo assim do género " esqueci-me de mencionar que isto calha a todos ". 
Hum, da minha parte, visto que já não usufruo da Educação, vou nas minhas preces, pedir a todo o Organigrama Celeste para não ter problemas de Saúde ou Justiça nos próximos anos, porque apesar de os impostos irem aumentar, já se sabe que não vai aumentar a qualidade destes serviços na terra lusa.  

As Serviçais - The Help

Estou para aqui sem saber o que elogiar primeiro. O elenco? As interpretações? O argumento? O guarda-roupa? Bem, talvez seja melhor começar pelo fabuloso grupo de actrizes escolhido para contar uma história de amizade e racismo no Sul dos EUA, mais propriamente no Mississipi, durante os anos 60.
Enquanto Martin Luther King gritava "I have a Dream" a criadagem nos estados sulistas norte-americanos, composta maioritariamente por mulheres negras, sofria o racismo das mentes mais mesquinhas. As Serviçais revela como estas, por exemplo, estavam impedidas de frequentar as casas de banho dos patrões mas ao mesmo tempo, tinham a grandiosa tarefa de educar e acarinhar os filhos desses mesmos patrões. 
Viola Davis ( de A Dúvida ou Comer, Orar, Amar ) representa Aibileen, criada, filha de mãe criada e neta de avó escrava. Toda a vida educou crianças brancas, às vezes prejudicando a educação do próprio filho. Tem muitas histórias para contar assim como Minny ( Octavia Spencer ), a sua melhor amiga, também ela serviçal. São estas histórias que suscitam o interesse de Skeeter ( Emma Stone, a nova menina bonita de Hollywood ) ao ponto de querer escrever um livro com elas. Um livro que vai abalar os alicerces da sociedade sulista mais tacanha, cuja principal representante é a personagem interpretada por Bryce Dallas Howard ( a última vez que a vi foi no filme do Clint Eastwood Hereafter - Outra Vida ). Destaque para os contributos de outras actrizes com papeis secundários mas igualmente muito bem defendidos como por exemplo, Jessica Chastain ( mulher de Brad Pitt no polémico A Árvore da Vida ), Allison Janey ( a deliciosa madrasta de Juno, no filme com o mesmo nome ) ou a veterana Sissy Spacek ( Carrie )
O guarda-roupa, sendo de época, exige perfeição. E a perfeição obteve-se. Perfeito é também o sotaque sulista dos actores. A credibilidade do filme a ser reforçada até com este detalhe.


Últimas da Moda Lisboa

Dois dos meus criadores preferidos. A Katty Xiomara é perita em fazer coisinhas românticas e o Nuno Salazar, coisinhas cheias de glamour e elegância.

Katty Xiomara




Nuno Baltazar






domingo

sábado

A Moda Lisboa está a decorrer...

... e não vale a pena tentar enganar ninguém: eu não fui. E não fui não porque não quero, mas antes porque como de costume não tive acesso a convites. É assim a vida triste de uma mulher que vive para a Moda apesar de a Moda ( a verdadeira, aquela que se passa neste tipo de certames ) nem saber que ela existe. 
De qualquer forma, tenho seguido o evento pela comunicação social e já pude ver as colecções da dupla Manuel Alves / José Manuel Gonçalves, de Pedro Pedro, Ricardo Preto, Maria Gambina, Alexandra Moura ou Luís Buchinho. Pelas fotos, pude constatar que há muita coisa vestível, isto é, coisas originais mas dentro dos padrões " ah isto até que é normal e não estou a parecer uma mistura de astronauta com balão de ar quente". 
Ponho aqui para vós, leitores fiéis e assíduos, as fotos das minhas indumentárias preferidas de cada autor:

Alexandra Moura






Dupla Alves / Gonçalves




Luís Buchinho



Maria Gambina



Pedro Pedro







Ricardo Preto