segunda-feira

Tenho escolhido cada objecto da minha casa tendo em mente sempre duas questões: beleza e utilidade. Uma vez que se trata de um T1, não se pode comprar nada ao acaso. Monos, por muito bonitos que sejam, se não servem para guardar algo, são logo preteridos em favor de outros mais úteis. Não adquiro nada sem que antes pense aí umas quatro vezes se a coisa vale a pena ou não.
Hoje a minha teoria caiu por terra ao entrar numa loja na Av. Miguel Bombarda chamada Glow. Era capaz de levar metade dos artigos expostos para casa, apesar de a única utilidade de alguns ser a decoração. A peça que no entanto, ganhou o primeiro lugar do pódio no meu coração é uma bela e petite jukebox, toda artilhada com a mais recente tecnologia e por isso disposta a lançar a musica no ar, seja lendo um CD, uma Pen USB ou através do rádio. A máquina, de vintage, só tem o aspecto. Tudo o resto é modernidade da pura e da boa.
O objecto do meu desejo existe em três tamanhos. Vou optar pela mais pequena que tem aí uns 45 cm de altura. O visual é este:


domingo

Os negócios que prosperam em tempo de vacas magrinhas, magrinhas

Ontem, numa das minhas longas passeatas a pé, contei as várias lojas de compra de ouro que abriram nos últimos tempos. E não estamos a falar de ourivesarias. Falo apenas de lojas especializadas em comprar o metal precioso. Umas até parece que abriram durante a noite. Num dia às quatro horas da tarde não estava lá nada e no dia seguinte às dez da manhã, lojita aberta pronta para receber o primeiro cliente e a mercadoria tão cobiçada. Parece que este é o grande negócio da crise.  
Nunca fui grande apreciadora de ouro, sobretudo do amarelo e sempre achei que era um pouco um mito, poder socorrer-me de uma ou outra peça em caso de dificuldade financeira. Para mim jóia comprada e usada, só para o seu respectivo proprietário tem valor ( já que foi o seu bolso que o custeou ) e com o passar dos anos, esse valor passa a sentimental e não monetário. Pois parece que afinal esta minha teoria tem falhas. Em troca daquele fio com o nosso primeiro dentinho na ponta ( tão na moda nos anos 70 e 80 ), há quem esteja disposto a dar um maço de notas, muitas vezes não tão gordo como se desejaria. 
Desconheço a rota que depois irá percorrer o fio com o dentinho mas desconfio que vai acabar num forno de alta temperatura. 
Já tive uma pulseira em ouro que chegou às minhas mãos sob a forma de herança. A pulseira era para lá de foleira. Feia, feia. Servia para tudo menos para a função que lhe competia, que era ornamentar. Um insulto ao meu pulso delicado. Solicitei autorização à minha mãe para vendê-la e adquirir algo que me agradasse mais. Ela, relutante, disse que sim. Acabei por trocá-la numa ourivesaria por um pulseira da Pandora para mim e outra para a minha irmã. O dinheiro ainda deu para adquirir muranos e outras peças de prata que deram às Pandoras um ar bastante composto. 
A minha mãe ficou escandalizada com a troca. Ainda hoje olha para a Pandora com algum desdém. Trocar ouro por prata é algo inadmissível para alguém da geração dela.      

sexta-feira

Look Gestora de Sucesso

Ontem, esta minha colega mereceu levar com um bom flash. Estava perfeita. Formal, pois a ocasião assim o exigia mas com um toque de irreverência na cor dominante dos acessórios.

Fato Zara, Blusa Lanidor, Mala Carolina Herrera, Sapatos Uterqüe, Anel Casa Batalha




terça-feira

Olha que coisa mais linda mais cheia de graça!

A minha sobrinha vai fazer 1 aninho dentro de alguns dias. A escolha do presente está a ser complicada. Em qual dos artigos miniatura votam?




Mildred Pierce e Downton Abbey

É oficial, já não consigo viver sem a Fox Life! Vi dois episódios de cada uma das séries mencionadas acima e estou viciada. Ambas têm dois detalhes em comum: são séries de época e ambas receberam excelentes críticas e nomeações nos últimos Emmys. Vamos por partes:
Mildred Pierce apresenta-nos uma história sobre uma mulher demasiado forte e independente para a época ( EUA, anos 30 ). Já por lá vi duas actrizes oscarizadas: a grande Kate Wislet, no papel principal e Melissa Leo, que recebeu o prémio este ano pela sua participação em The Fighter. Outros nomes de peso são Guy Pearce ( o seu papel mais recente foi em O Discurso do Rei como Duque de Windsor, lembram-se, o que abdicou do trono a favor do irmão gago? ) e Evan Rachel Wood ( também conhecida por namorar com Marilyn Manson, participou em filmes como Treze - Inocência Perdida; Across The Universe ou A Conspiradora ). É a primeira vez que vejo Kate Winslet numa série de televisão mas ontem pude perceber que também neste registo ela não se importa de mostrar a peitaça. É de facto uma excelente actriz, mas caros realizadores, deixem lá as mamas da senhora em paz que toda a gente já as viu.
Quanto a Downton Abbey: Inglaterra, primeira década do séc. XX. De um lado uma família abastada, do outro a criadagem que a serve. Pelo meio, uma lei e ou/tradição que obriga o senhor da propriedade Downton Abbey, Lord Crawley, a deixar o seu título e a sua fortuna, quando morrer, nas mãos do parente de sexo masculino mais próximo: um primo distante que viu uma vez. A injustiça de uma sociedade patriarcal que coloca à mercê de um familiar quase desconhecido, as mulheres de Downton Abbey. 
Uma série que promete, nem que seja pela presença da veterana Maggie Smith, a querida professora McGonagall dos filmes do Harry Potter e que tem sempre presença garantida em filmes e séries de época ingleses como por exemplo A Juventude de Jane ou Gosford Park. Aliás, é possível encontrar alguns pontos em comum entre este último e Downton Abbey, nomeadamente na questão da relação entre senhores e criados. 
Vejam as séries às 2ªs feiras a partir das 21h30 na Fox Life ou a repetição aos Sábados a partir das 18h25. 


  

sábado

O Verão nunca mais acaba... (2)

... e aquelas pecinhas de roupa tão quentinhas e felpudas das novas colecções ou não têm deixado as prateleiras das lojas ou não têm deixado os roupeiros daqueles que não resistiram a comprar algo para os dias mais frios.
Eu pela minha parte, acabei de elaborar todo um plano de ataque para a missão "vestir bem e barato no Outono / Inverno que se avizinha". 
A receita é simples:
- 3 pares de calças coloridas 
- 1 par de calças pretas
- 3 camisolas coloridas
- 1 camisola preta
Mistura-se a camisola preta com as calças coloridas e as calças pretas com as camisolas de cores vibrantes. A isto se chama estilo low cost. Já comprei estas verdinhas na Zara por 19,95 €. Nos próximos meses vou buscar as vermelhas e as azulão.



Quanto às camisolas, uma amarela e uma laranja adquiridas no Freeport ao preço da uva mijona, já cá cantam. 

sexta-feira

O Verão nunca mais acaba... (1)

... e se por um lado o calor já cansa, por outro é a única coisa que continua a aquecer o nosso espírito. O que nos vale é este clima e a nossa luz no meio de tanto desânimo.
A chuva e os dias cinzentos que não tenham pressa pois isso é a última coisa de que precisamos agora.