sábado

A Shopping Night by Mango...

... foi ontem e o adjectivo que melhor pode classificar a festa é: cheia! Cheia de mulheres ávidas para ajudar a Economia nacional através do consumo desenfreado. Eu portei-me muito bem. Fazendo uso de alguma destreza física, consegui furar a multidão sem ter de recorrer a placagens. Deitei a mão a umas calças pretas e preparei-me para tomar a direcção dos provadores. A visão dantesca da fila impediu-me de continuar. Olhei para as calças e pensei: "ahhh, isto vai ficar bem, vou mas é já pagar". Em boa hora tive esta ideia luminosa. À minha frente na fila para a caixa, só estavam 5 meninas. Quando chegou por fim a minha vez de pagar, olhei para trás e vi que a fila já estava mais comprida que uma bicha solitária.
É o que dá anunciar-se um desconto de 30%. Fica tudo louco!
E as clientes ainda tiveram direito a este saquinho:


E estas Worker Boots da Pull & Bear?

Agora há nomes complicados para tudo... O que vale é que são bem giras.

Os sapatos da discórdia

Ou se adoram ou se odeiam. Não há meio termo. Os primeiros estão muito na berra este ano, os segundos já andam nas lojas há mais tempo. Quem ainda não olhou para umas sabrinas tigresse ou com desprezo ou com desejo, que atire a primeira pedra. Se há uma coisa que não se pode negar é que dão bem nas vistas, daí os sentimentos tão opostos que provocam!
Ambos são da Massimo Dutti.


quarta-feira

A melhor farda para o Inverno

Quem anda à chuva, molha-se. E se há pessoa que se molha com frequência, essa pessoa sou eu, sobretudo desde que decidi ir a pé para todo o lado. Ora, para ultrapassar esse grande problema que é evitar chegar ao trabalho com aspecto de estendal de roupa acabada de sair da máquina e que inclui o famoso cabelo tipo arbusto, moi aderiu a uma receita de estilo que nunca falha.
No Inverno chuvoso, a farda tem de ser: vestido, o belo do collant opaco, botas altas, trench coat e chapéu na cabeça. Há quem discorde. Há quem defenda fervorosamente que as calças são o melhor para a chuva. Pois afirmo com todo o vigor que essa teoria é falsa! Não há como um bom par de botas de cano alto para impedir que os pingos de chuva, que ultimamente atacam sem piedade, nos atinjam as pernas. Caso consigam ultrapassar esse escudo poderoso, o collant tem sempre a vantagem de secar mais rapidamente que o tecido de um par de calças.
E onde é que uma pessoa com bom gosto se pode abastecer destas fardas? É fácil. Comecemos pelo principal: o vestido. O segredo está em correr em direcção à Benetton mais próxima. Quem gosta de vestidos vai encontrar aqui um mundo de cores, feitios e materiais. Os meus preferidos são os de tricot pois são quase sempre muito quentes e confortáveis. A Benetton sempre foi conhecida pela ousadia nas cores e ele há vestidos de todas elas: amarelos, verdes, laranjas, vermelhos. Qualquer corpito ou tom de pele encontrará nas lojas do grupo italiano uma parceria para a vida.
Collants é na Calzedónia. Lisos ou com padrões, querem-se acima de tudo resistentes para durarem toda a estação fria.
Botas de cano alto é onde a pessoa quiser. Eu sou admiradora incondicional da Zilian e já lancei olhares de desejo a vários pares. Agora é esperar por alguma promoção pré-época de saldos.
Trench coats é na Zara ou na Mango, onde existem sempre em várias cores e a preços acessíveis.
Finalmente, em relação aos chapéus, há que voltar à Benetton, onde há desde gorros de lã a chapéus de feltro que são de comprar, arrancar a etiqueta e sair da loja já com eles postos na cabeça.








segunda-feira

Tenho escolhido cada objecto da minha casa tendo em mente sempre duas questões: beleza e utilidade. Uma vez que se trata de um T1, não se pode comprar nada ao acaso. Monos, por muito bonitos que sejam, se não servem para guardar algo, são logo preteridos em favor de outros mais úteis. Não adquiro nada sem que antes pense aí umas quatro vezes se a coisa vale a pena ou não.
Hoje a minha teoria caiu por terra ao entrar numa loja na Av. Miguel Bombarda chamada Glow. Era capaz de levar metade dos artigos expostos para casa, apesar de a única utilidade de alguns ser a decoração. A peça que no entanto, ganhou o primeiro lugar do pódio no meu coração é uma bela e petite jukebox, toda artilhada com a mais recente tecnologia e por isso disposta a lançar a musica no ar, seja lendo um CD, uma Pen USB ou através do rádio. A máquina, de vintage, só tem o aspecto. Tudo o resto é modernidade da pura e da boa.
O objecto do meu desejo existe em três tamanhos. Vou optar pela mais pequena que tem aí uns 45 cm de altura. O visual é este:


domingo

Os negócios que prosperam em tempo de vacas magrinhas, magrinhas

Ontem, numa das minhas longas passeatas a pé, contei as várias lojas de compra de ouro que abriram nos últimos tempos. E não estamos a falar de ourivesarias. Falo apenas de lojas especializadas em comprar o metal precioso. Umas até parece que abriram durante a noite. Num dia às quatro horas da tarde não estava lá nada e no dia seguinte às dez da manhã, lojita aberta pronta para receber o primeiro cliente e a mercadoria tão cobiçada. Parece que este é o grande negócio da crise.  
Nunca fui grande apreciadora de ouro, sobretudo do amarelo e sempre achei que era um pouco um mito, poder socorrer-me de uma ou outra peça em caso de dificuldade financeira. Para mim jóia comprada e usada, só para o seu respectivo proprietário tem valor ( já que foi o seu bolso que o custeou ) e com o passar dos anos, esse valor passa a sentimental e não monetário. Pois parece que afinal esta minha teoria tem falhas. Em troca daquele fio com o nosso primeiro dentinho na ponta ( tão na moda nos anos 70 e 80 ), há quem esteja disposto a dar um maço de notas, muitas vezes não tão gordo como se desejaria. 
Desconheço a rota que depois irá percorrer o fio com o dentinho mas desconfio que vai acabar num forno de alta temperatura. 
Já tive uma pulseira em ouro que chegou às minhas mãos sob a forma de herança. A pulseira era para lá de foleira. Feia, feia. Servia para tudo menos para a função que lhe competia, que era ornamentar. Um insulto ao meu pulso delicado. Solicitei autorização à minha mãe para vendê-la e adquirir algo que me agradasse mais. Ela, relutante, disse que sim. Acabei por trocá-la numa ourivesaria por um pulseira da Pandora para mim e outra para a minha irmã. O dinheiro ainda deu para adquirir muranos e outras peças de prata que deram às Pandoras um ar bastante composto. 
A minha mãe ficou escandalizada com a troca. Ainda hoje olha para a Pandora com algum desdém. Trocar ouro por prata é algo inadmissível para alguém da geração dela.      

sexta-feira

Look Gestora de Sucesso

Ontem, esta minha colega mereceu levar com um bom flash. Estava perfeita. Formal, pois a ocasião assim o exigia mas com um toque de irreverência na cor dominante dos acessórios.

Fato Zara, Blusa Lanidor, Mala Carolina Herrera, Sapatos Uterqüe, Anel Casa Batalha