quinta-feira

Ai que saudades de uma boa campanha da Benetton

Com o intuito de impulsionar as vendas ou talvez devido a um forte sentimento de nostalgia, a Benetton resolveu regressar às boas e polémicas campanhas publicitárias que colocaram a marca nas bocas do mundo, sobretudo nos anos 80 e 90. Quem não se recorda destas:




É claro que hoje em dia estas imagens já não causam arritmias a ninguém. Tendo isso em mente, a equipa responsável pelo Marketing da Benetton teve de se socorrer de algo mais ousado. Usando como mote a questão da Paz mundial (tão apregoada pelas candidatas a Miss nos concursos de beleza), a Benetton manipulou imagens e vai de colocar alguns líderes mundiais aos chochos.
Vá, é moderno e tal. E depois há aquela coisa de que não há má publicidade, mas apenas publicidade. A verdade é que toda a gente fala na marca italiana. Mas ajudará este circo todo a vender roupa? É que eu tinha decidido adquirir 3 pecinhas com o semi-subsídio de Natal que vou receber no fim deste mês e não vejo como o Obama aos kisses com o Hugo Chávez pode ter influenciado essa minha decisão. Se por acaso estivessem a evergar os vestidos de lã fofa que pretendo comprar, pronto, até fazia um esforço para tentar compreender, mas qualquer um dos dois veste um fato enfadonho! E a Merkle, como modelo de campanha? Lá porque ela também é alemã, não quer dizer que seja parecida com a Cláudia Schiffer.
Tenho que cá para mim isto só tem um único objectivo: aumentar os preços. Lá me vão inflacionar os vestidos. Biltres!




quarta-feira

Mango Touch

Mais uma loja interessante para frequentar agora que a época das compras natalícias se aproxima. A pensar nas mulheres viciadas não só em roupa mas também em acessórios para acompanharem devidamente os outfits, a Mango decidiu abrir uma série de estabelecimentos só de malas, sapatos, cintos, etc. Pequenos paraísos, não fiscais, porque o IVA vem bem identificado nas facturas, mas ainda assim, paraísos.
A primeira já abriu em Lisboa, no Saldanha Residence.


domingo

A Sombra do Vento

Terminei há minutos de ler "A Sombra do Vento" do espanhol Carlos Ruiz Zafón. Este exemplar belíssimo e irreprensível de Literatura tem elevadas probabilidades de se tornar no livro da minha vida. Sempre consegui dizer qual era o meu filme preferido sem hesitações. Durante mais de uma dezena de anos foi "Forrest Gump" o portador da faixa. Até que vi "Quem Quer Ser Milionário" e este veio destronar a história dos USA contada por um homem de QI baixo e coração enorme.
Na Literatura, foi-me sempre impossível destacar um. Na verdade, era-me inclusive difícil dar honras de favoritismo até mesmo a uns cinco ou seis. Conseguia, talvez, mencionar cerca de 10 que ocupavam um lugar ex-aequo no meu coração. A saber:
"Por favor não matem a cotovia" de Harper Lee;
"As Cinzas de Angela" de Frank McCourt;
"Terapia" de David Lodge;
"Cem Anos de Solidão" ou "Crónica de Uma Morte Anunciada" de Gabriel Garcia Márquez;
"O Velho que Lia Romances de Amor" de Luís Sepúlveda;
qualquer um de Isabel Allende ( excepto aquela trilogia que começa com "A Cidade dos Deuses Selvagens" que me fez pensar Isabel, filha, onde estavas com a cabeça quando te deu para escrever isto? );
qualquer um do Jorge Amado com destaque para "Os Capitães da Areia";
"A Cor Púrpura" de Alice Walker;
"O Crime do Padre Amaro" de Eça de Queiroz;
"Equador" de Miguel Sousa Tavares. 
Quase todos muito comerciais, não são por isso, menos que excelentes. 
A Sombra do Vento veio dar cabo desta comunidade de favoritos, onde todos eram iguais, onde o sentimento da inveja era desconhecido e onde não existiam ambições desmedidas, visto não existir qualquer possibilidade de promoção a O Livro. 
A Sombra do Vento deixou-me um vazio quando o terminei. Queria que não terminasse nunca. Queria que continuasse aquela narrativa que não parava de me surpreender. Queria continuar a ler a voz de Fermin, personagem que me arrancou gargalhadas sonoras, que me fez desejar conhecer alguém assim na realidade. Queria que existisse, como na história de Carlos Ruiz Zafón, um Cemitério dos Livros Esquecidos, para eu poder frequentar.
Por todos estes motivos, foi decidido por unanimidade, que A Sombra do Vento vai ganhar local de destaque em prateleira de madeira de qualidade com holofote (economizador, claro) iluminando devidamente a obra. 



   

sábado

Fotografia: 3 nomes a reter

Há três fotógrafos cujo trabalho sigo sobretudo através das revistas de moda: Annie Leibovitz, Patrick Demarchelier e Mario Testino. Qualquer um deles faz fotos que são autênticas obras de arte. Presenças assíduas na Vogue americana, francesa ou britânica bem como na Vanity Fair ou Elle, a primeira captou e registou para a posteridade John Lennon e Yoko Ono na própria manhã em que o famoso Beatle foi assassinado. O segundo apareceu no filme de Sexo e a Cidade fotografando Carrie na sessão de vestidos de noiva que ela protagoniza e Miranda, a personagem de Meryl Streep no filme O Diabo Veste Prada menciona o seu nome. Por fim, Mário Testino é conhecido por ter feito as fotografias mais descontraídas e bonitas da Princesa Diana, bem como por ser o responsável por várias capas da Vogue. A mais recente foi a da edição francesa, em Setembro, com a Princesa Charlotte do Mónaco. 

De Annie Leibovitz:


Com George Clooney

O elenco de Os Sopranos


Uma recriação de Romeu e Julieta

Annie Leibovitz

De Patrick Demarchelier:


Kate Moss



Angelina Jolie


Gisele Bundchen

Patrick Demarchelier
 De Mario Testino:



Sienna Miller



Kate Winslet

Mario Testino


sexta-feira

O novo CD de Florence + The Machine

A Florence veste e canta bem, logo merece que eu a ouça. O novo álbum está aí desde 31 de Outubro e já me tornei ouvinte assídua do What the Water Gave Me.
As mulheres de voz poderosa estão cada vez mais na berra e eu, como sou de seguir tendências de bom gosto, tenho-lhes proporcionado mais espaço de memória no meu computador e no meu telemóvel.


quinta-feira

Pintores portugueses

Tendo em conta que a minha casa é um T1, não há paredes suficientes para suportarem o número de quadros que gostava de adquirir. Tenciono no entanto arranjar dois pedacinhos de parede virgem para adornar com obras dos meus pintores portugueses preferidos: Noronha da Costa e Albino Moura.  
Não sou expert em Pintura nem sei fazer aqueles comentários profundos sobre obras que não me dizem nada. Quando não vejo mais que meia dúzia de rabiscos, as imagens que concebo no meu cérebro do artista são a de uma criança de 4 anos. No entanto, gosto muito de Impressionismo sobre o qual li muito e descobri Frida Khalo, Pollock e Modigliani através dos filmes cujos títulos são os nomes dos respectivos artistas. No entanto, nenhum exemplar destes, verdadeiro claro, poderá cohabitar comigo. O motivo é simples: não há fundos. Esta revelação não deverá a meu ver, ser surpresa para ninguém. Quer dizer, qualquer um que tenha dois mindinhos de testa, conclui rapidamente que quando se tem um T1, é muito pouco provável encontrar nele um quadro valioso. Cada macaco no seu galho, ou neste caso, cada obra de arte na sua respectiva tipologia de casa. 
Existe uma loja no Colombo que sempre teve obras do Noronha da Costa e do Albino Moura à venda. E sempre pensei: " um dia vou usar aqui o meu cartão multibanco". Hoje ainda não foi o dia mas ele chegará.
Dos quadros do primeiro, gosto do facto de serem como que desfocados. Parece que estamos a olhar para algo com olhos míopes. Quanto ao segundo artista, adoro as meninas gordinhas quase sempre presentes nas suas obras.

De Noronha da Costa:




E de Albino Moura:





   

quarta-feira

Um SMS maravilhoso...

... recepcionei eu hoje da TMN... Estais preparados?
"Dicas Sensuais: Torne-se um mestre da arte de seduzir! Para aderir a este alerta ligue gratis 1253 e receba SMS com as melhores dicas"

É agora que me vou tornar uma Guru da sensualidade!