quarta-feira

Susan B. Anthony

Uma amiga minha deu-me a conhecer esta semana Susan B. Anthony ( 1820 - 1906 ). Esta senhora foi uma feminista norte-americana que durante o século XIX teve um papel fulcral na luta pelos direitos das mulheres, nomeadamente, pelo direito ao voto, nos EUA.
Hoje, é possível visitar a sua Casa-Museu, considerada um monumento histórico nacional, em Rochester, Nova Iorque. 
Susan B. Anthony ficou igualmente conhecida pela mala que transportava sempre consigo. A sua citação mais famosa, que ficou para a História foi " Woman must wear a purse of her own ". A mala, bem como esta citação, tornaram-se o símbolo da sua luta pela independência económica das mulheres, que no início do século XIX era quase inexistente. Assim que casavam, as "esposas" deixavam, por exemplo, de poder abrir uma conta bancária ou alugar um local para viverem.
Actualmente, as mulheres são na sua grande maioria, economicamente independentes, votam, têm acesso a formação superior ou a qualquer profissão e usam malas por questões de moda. "The purse" já não é só para transportar o dinheiro que ganham com o seu trabalho, mas também um objecto de desejo e que marca um estilo. Desde a mochila de pano à mala de pele de crocodilo que custa o preço de um carro, as mulheres escolhem as malas que mais apreciam e que lhes permite transportar todo um mundo, todos aqueles objectos dos quais nunca se querem separar.




Dizem que uma mochila da Eastpak dura uma década

Esta é a mala da Hermés, a Birkin, que custa o mesmo que alguns carros.

segunda-feira

Como tornar um banho quente ainda mais agradável

Descobri este maravilhoso objecto folheando o catálogo da La Redoute. Quem teve a ideia merecia um dúplex no céu. É que às vezes as coisas mais simples provocam a maior das alegrias.
Contemplem o suporte para banheira com porta-livros.
Que me perdoem os ambientalistas, mas já me estou a imaginar a tomar um banho de imersão com muita espuma e com um belo de um livro à minha frente.


domingo

O primeiro dia de 2012...

... é quase sempre para recuperar dos excessos da noite anterior. Hum, que bem que sabe ficar na ronha até ao almoço em lençois de flanela quentinha. Nada cá de loucuras como o primeiro - e eu acrescentaria, gelado - mergulho na praia de Carcavelos. Quem é que terá tido essa ideia arrepiante? E já agora, quem é que terá tido a ideia das 12 passas? Como, quando e onde começou essa tradição mal saborosa? Não gosto nada de passas e este ano decidi tomar uma atitude rebelde. Substituí as 12 passas por 12 gomas. Muito mais satisfeita fiquei. Para o ano vou substituir o champanhe também. Chamem-me brega mas champanhe é coisa que não me adocica a boca. Lá terei de brindar com uma Coca-Cola.



sexta-feira

A Passagem do Ano

Uma vez ouvi dizer que com o começo de mais um ano podemos deitar o passado para trás das costas e recomeçar de novo. Todos temos uma nova oportunidade. Pergunto-me se isso será de facto verdade. Pergunto-me se com a contagem das 12 badaladas, todos os problemas dos quais nos queremos livrar, desaparecem como que por magia.
Não me parece, atrevo-me a afirmar. Para mim, a sensação de recomeço acontece sempre no fim das férias de Verão. Um par de semanas longe da turbulência do trabalho e por vezes, do local onde vivemos e as baterias são recarregadas. Saímos da nossa rotina, do nosso quotidiano e olhamos para ele como se estivéssemos do lado de fora. Com tempo livre para pensarmos na nossa existência, concluímos que talvez seja hora de tentar corrigir o que está mal, tomamos decisões, surgem novos sonhos e elaboramos estratégias para os realizar. 
Este ano, no entanto, resolvi dar uma oportunidade ao mês de Janeiro e tentar fazer dele o mês em que de facto recomeçarei. Vou finalmente mudar de casa. Marcar o meu território num apartamento adquirido já há um par de anos.
A esta decisão seguem-se outras na lista de menor porte e a meu ver, concretizáveis. Acho que as listas de decisões para o ano que se aproxima devem ser isso mesmo, concretizáveis. Nada de coisas impossíveis, que necessitem de intervenção divina mas apenas pequenos desafios que podem tornar-se realidade com algum esforço e dedicação. 
Que 2012 seja um ano de pequenas alegrias, de uma imprensa que nos dê boas notícias, de saúde e de reconciliação com tudo aquilo que nos perturba. 

quarta-feira

Lema do dia...

Nunca ir à Zara no primeiro dia de promoções durante a hora do almoço. É coisa para deixar uma pessoa cheia de nódoas negras.  

terça-feira

Quem me acompanha ao Optimus Alive?

Dia 14 de Julho, Florence & The Machine tomam o palco de assalto. Estou decidida a ir. Questão de extrema importância que se me coloca neste momento: compro o bilhete antes do aumento do IVA ou posteriormente? Decisão a ser tomada antes do dia 1 de Janeiro...


segunda-feira

Pós-Natal

Como devem ter reparado, o blog esteve ausente nestes dias natalícios. Motivo principal: compras e preparativos para a festa. Motivo secundário: retiro espiritual. Agora que já tem as energias repostas, volta em força e começa com o tema das ofertas recebidas. Normalmente, é grande a variedade: desde pacotes de bolachas a dinheiro vivo. Admito que gosto mais deste último item. Aliás a questão das bolachas tornou-se uma trauma para mim e até para a minha irmã. Quando éramos pequenas, só pedíamos ao Pai Natal uma única coisinha: Barbies! Uma vez, um primo da nossa avó, já velhote, deu-nos a cada uma, uma caixa que parecia mesmo a de uma Barbie. O formato era incondundível. Sem dúvida que era a cobiçada boneca. Pois que não era! Eram pacotinhos de bolachas muito bem embrulhados. No ano seguinte, a coisa piorou. A caixa era de sabonetes. O que vale é que já estávamos preparadas para o pior. 
Este ano, felizmente, houve do bom e do melhor. Desde roupa (uma camisola castanha que vai já substituir uma octagenária que vivia no meu armário) aos utensílios para a casa. Sendo assim...

Para a mente:

Em versão espanhola, uma edição maravilhosa de capa dura

  b) Para a beleza:

Um modelador de cabelo da Becken
 c) Para a casa:



d) Para regressar à infância, um peluche da minha boneca preferida: