E continuando a falar de locais bonitos, hoje foi dia ( ou melhor, noite) de regresso ao passado devido a uma visita com direito a café à esplanada do Miradouro da Graça. Passei aqui largas horas na minha adolescência, pois era local de paragem obrigatória antes de irmos para as discotecas da zona de Alcântara. A vista continua soberba mas permaneço sem saber dizer se prefiro este ao Miradouro da Senhora do Monte, alguns metros mais à frente e igualmente com privilégios sobre Lisboa. Não há imagem mais bonita da capital do que o Castelo de S. Jorge iluminado à noite. E mais uma vez vejo-me obrigada a repetir que as coisas mais simples como beber um chá ou um chocolate quente numa noite fria ao mesmo tempo que se contempla Lisboa em estado nocturno, são o que nos fazem felizes.
segunda-feira
domingo
Hoje foi dia de regresso às grandes pedaladas por esse Portugal profundo. Uns amigos levaram-me a conhecer uma zona chamada Rosário lá para os lados da Moita. Há locais onde de facto a Mãe Natureza caprichou. Locais com tal beleza natural que é impossível não parar para contemplar e que nos permitem perceber que as coisas mais simples por vezes são aquelas que nos fazem mais felizes.
Os Descendentes
De Alexander Payne vi Sideways e As Confissões de Schmidt. Em relação ao primeiro não consegui perceber o fascínio que gerou nos críticos, em relação ao segundo, valeu a pena pelo excelente desempenho de Jack Nicholson. Os Descendentes, tal como os anteriores, tem acumulado elogios e pelo que se pôde comprovar nos Globos de Ouro, os prémios mais cobiçados.
Um filme simples com um protagonista numa fase da vida complicada. Uma existência nada pacífica no meio de uma paisagem idilica.
George Clooney desempenha pela primeira vez o papel de pai de família. O seu principal mérito reside no facto de que consegue fazer-nos esquecer ( sobretudo as mulheres ) o registo de galã. Atrevo-me até a dizer que, talvez devido à escolha do guarda-roupa e de um cabelo mais desalinhado, o charme que vimos nos Ocean's e no Up in The Air encontra-se um pouco danificado. Merecem destaque as cenas em que o vemos pensativo mas é quando partilha o ecrã com Shailene Woodley, a filha adolescente, que Clooney fica mais próximo da perfeição. Arrisco a afirmar que o seu bom desempenho resulta não apenas do talento do actor mas da parceria com a jovem actriz cuja cara já tinha visto na série A Vida Secreta de uma Teenager Americana.
Um drama com apontamentos de humor estrategicamente semeados em que o melhor será sem dúvida o diálogo hilariante entre Matt King ( George Clooney ) e Sid ( Nick Krause ).
sábado
O que faz de um livro um grande livro...
... foi o tema de conversa de hoje entre a minha pessoa e dois queridos amigos que tal como eu se dedicam à gula literária. O que é mais importante? A história, o modo como é contada, as personagens, as descrições pormenorizadas, os diálogos? Para mim, a história e as personagens que fazem parte dela são tudo. Não ligo muito a descrições pormenorizadas, daquelas em que quase conseguimos sentir a textura da madeira dos móveis de uma casa ou o cheiro de uma refeição pronta a ser servida e provada. Não ligo a romances repletos de avanços e recuos na acção, vozes que falam ao mesmo tempo ou que entram na narrativa sem serem devidamente anunciadas. Não ligo a vocaculário que me faz recorrer com frequência ao dicionário. Não ligo a tentativas de modernices na Literatura. Dou importância única e exclusivamente a uma boa história, com princípio, meio e fim, com personagens ricas, complexas, que me fazem desejar conhecer pessoalmente. Daí que seja adepta de grandes êxitos comerciais. Já devorei todos os livros da Isabel Allende, li o primeiro dos Harry Potter, fiz parte do movimento histérico de O Alquimista, O Perfume, Equador ou O Código DaVinci e gostei. Muito! De todos!
Em Conversas de Escritores, livro que resulta de um conjunto de entrevistas que José Rodrigues dos Santos fez para um programa da RTP, o jornalista colocou a questão a vários autores conhecidos em todo o mundo. Nomes como Gunter Grass, Ian McEwan, Dan Brown ou Paulo Coelho responderam. Sveva Casati Modignani, por exemplo, conhecida em Itália como a senhora best seller ( vendeu milhões em pelo menos 17 países ) fala das suas histórias muito femininas mas sobretudo muito italianas, o que não invalida que os leitores das restantes nacionalidades não compreendam as mesmas. Isabel Allende acha que o seu êxito é resultado da lealdade dos seus leitores. Miguel Sousa Tavares refere que um bom livro é aquele que largamos num momento e ao qual desejamos voltar rapidamente, que tem uma história e um conjunto de personagens que passam a fazer parte da nossa vida. Paulo Coelho destaca o conteúdo de um romance, não descurando no entanto a forma.
Neste momento tenho em mãos mais um sucesso de vendas, o primeiro da Trilogia Millennium. Coincidentemente, Os Homens que Odeiam as Mulheres estão nas salas de cinema mas já decidi que primeiro vou acabar de ler o livro e depois irei ver o filme. Para já só posso tecer elogios à obra do sueco Stieg Larsson. Um thriller inteligente com uma heroína - Lisbeth Salander - que nada tem a ver com as heroinas clássicas.
Em Conversas de Escritores, livro que resulta de um conjunto de entrevistas que José Rodrigues dos Santos fez para um programa da RTP, o jornalista colocou a questão a vários autores conhecidos em todo o mundo. Nomes como Gunter Grass, Ian McEwan, Dan Brown ou Paulo Coelho responderam. Sveva Casati Modignani, por exemplo, conhecida em Itália como a senhora best seller ( vendeu milhões em pelo menos 17 países ) fala das suas histórias muito femininas mas sobretudo muito italianas, o que não invalida que os leitores das restantes nacionalidades não compreendam as mesmas. Isabel Allende acha que o seu êxito é resultado da lealdade dos seus leitores. Miguel Sousa Tavares refere que um bom livro é aquele que largamos num momento e ao qual desejamos voltar rapidamente, que tem uma história e um conjunto de personagens que passam a fazer parte da nossa vida. Paulo Coelho destaca o conteúdo de um romance, não descurando no entanto a forma.
Neste momento tenho em mãos mais um sucesso de vendas, o primeiro da Trilogia Millennium. Coincidentemente, Os Homens que Odeiam as Mulheres estão nas salas de cinema mas já decidi que primeiro vou acabar de ler o livro e depois irei ver o filme. Para já só posso tecer elogios à obra do sueco Stieg Larsson. Um thriller inteligente com uma heroína - Lisbeth Salander - que nada tem a ver com as heroinas clássicas.
segunda-feira
Globos de Ouro 2012 - os premiados
A Meryl ganhou o Globo de Ouro para Melhor Actriz em Drama, a Octavia Spencer, a querida Minny de The Help ganhou o galardão para Melhor Actriz Secundária, o Christopher Plummer levou para casa a estatueta de Melhor Actor Secundário e o Morgan Freeman foi homenageado com o Prémio Carreira. Duas palavras: justos vencedores! Em relação aos filmes premiados, nada a comentar, pois ainda não tive o prazer de os ver. Mas aguardo com impaciência a estreia sobretudo de Os Descendentes. Quanto ao O Artista, admito que a questão de se tratar de um filme mudo me provoca um certo preconceito. No entanto, confesso que aquele cão minúsculo a pousar para os fotógrafos na Passadeira Vermelha seduziu-me. Por ele vou ver a obra.
Globos de Ouro 2012 - a passadeira vermelha
Vamos optar pela síntese no que diz respeito aos belos trapos usados pelas celebridades na Passadeira Vermelha dos Globos de Ouro.
Sendo assim, aqui vai o melhor que por lá vi:
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| Angelina Jolie em Atelier Versace |
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| Jessica Alba em Gucci |
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| Kate Beckinsale em Roberto Cavalli |
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| A menina de A Modern Family em Dolce & Gabanna |
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| Mila Kunis em Dior |
sábado
Gucci na Av. da Liberdade
A Av. da Liberdade, que figura no Top Ten das avenidas mais luxuosas da Europa, acaba de ganhar mais um reforço de peso. Excelente ideia a de Paula Amorim "transportar" a Fashion Clinic Man para outro edifício no centro da mesma, deixando os metros quadrados que anteriormente ocupava no Tivoli Forum para a primeira loja ( de acessórios ) da Gucci. Em termos de beleza e harmonia do espaço, tanto o exterior como o interior não podiam estar mais adequados à famosa marca italiana. O bom gosto impera. Tal como acontece com a loja da Prada, dá vontade de entrar nem que seja só para ver a decoração, os materiais ou o modo como os artigos estão dispostos.
As montras já exibem a famosa mala Bamboo que ganhou este nome devido ao facto de a alça ser mesmo em bamboo ou outras com o apontamento do vermelho e verde tão próprio da Gucci.
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