Inspirei-me nestas 2 belas actrizes - Emma Stone e Julianne Moore - e achei que era altura de voltar aos ruivos. A pessoa de vez em quando precisa colorir a sua vida.
sábado
quarta-feira
Gocycle G2
Uma amiga apresentou-me ontem este belo brinquedo com a seguinte frase " vê e chora". E de facto chorei. Tanta beleza e tecnologia juntas causaram-me grande emoção. Desde então, tornou-se objecto de desejo incontrolável. Lembram-se do Kitt da série O Justiceiro (anos 80, alguém por aí recorda o carro falante e a célebre frase "Kitt, vem-me buscar"?). Pois o veículo que aqui vos mostro, esta elegante bicicleta, trouxe-me doces memórias. Ora comparem lá as fotos:
Numa altura em que o preço dos combustíveis é no mínimo escandaloso e os transportes aumentam descontroladamente, acho que devemos deixar de ser preconceituosos em relação aos veículos de 2 rodas, sejam eles scooters de baixo consumo, bicicletas eléctricas - o caso da Gocycle - ou bicicletas movidas pelas nossas pernas.
Cada vez há mais e melhores soluções no mercado. Cada um pode escolher a que mais lhe aprouver.
Tendo em conta que temos um clima que não nos fustiga com chuva a maior parte do ano, vamos lá dar protagonismo à biclas.
sábado
Mudar de casa...
... é coisa complicada. Sobretudo para um ser que já está na casa dos 30 e deixa (finalmente, já não era sem tempo) o lar materno. Então e não tens vergonha? - perguntam-me; Nunca quiseste a tua independência? - acrescentam. As minhas respostas hoje, ontem e amanhã: Não e... ora bem, não!Enquanto na faculdade andava tudo com as hormonas ao rubro para arranjarem trabalho rápido e assim poderem sair de perto dos pais para conquistarem por fim a tão desejada "independência", eu afirmava sem pudores que para mim este conceito significava chegar a casa de mamãe e ter o jantar preparadinho e a fumegar para mim. Mais ainda: roupa lavada e passada a cheirar a Skip. Agora quem é que vai ter de fazer isso tudo?? Hã?? Moi...
Li em tempos uma reportagem sobre o facto de os filhos estarem a sair cada vez mais tarde de casa dos progenitores. Nada de novo. Aliás, suspeito que a tendência só vai piorar. Vejamos esta simples fórmula matemática:
Desemprego a subir + Bancos a não emprestarem dinheiro a ninguém = Permanência junto dos pais até à menopausa, no caso das mulheres ou Permanência junto dos pais até crise de meia idade que obriga a comprar carro descapotável, no caso dos homens.
Ter o nosso espaço parece-me bem mas até lhe podermos dar essa designação, é o cabo dos trabalhos. Os problemas começam logo após a mudança. Damos conta que falta isto e aquilo. A casa é virgem. Tudo tem de ser comprado. Até o balde e a esfregona, aqueles dois items que sempre viveram connosco têm de ser adquiridos no supermercado mais próximo. Quem é se lembra que é preciso comprar um balde se ele esteve sempre ali, ao nosso lado, pronto para ajudar na luta constante contra a porcaria. E o papel higiénico? Outra dor de cabeça. Deveria crescer automaticamente dentro das casas para uma pessoa não ter de se preocupar. Vou colocar um alerta quinzenal no telemóvel para esta situação específica. E vá, para gomas e chocolates também. Imaginem uma visita aparecer e não haver nem uma goma para oferecer e nem uma folha de papel higiénico. É caso para não se abrir a porta à dita visita e fingir que ninguém está.
sexta-feira
Millennium - Os Homens que Odeiam as Mulheres
Um livro maravilhoso que David Fincher se encarregou de transformar num filme igualmente maravilhoso. Nada foi deixado ao acaso. Desde o genérico, passando pelo conjunto de musicas originais de autoria de Trent Reznor e Atticus Ross, a mesma dupla que criou a banda sonora de A Rede Social ( e que com ela ganhou um Oscar ) e terminando na interpretação soberba de Rooney Mara, responsável por dar vida à heroína mais anti-romântica de sempre da Literatura e arrisco dizer, da 7ª Arte.
Fui ver o filme ontem e apesar de, como sempre me acontece, ter achado o livro melhor (terminado na noite anterior de forma a poder fazer comparações), fiquei agradavelmente surpreendida ao verificar que os episódios de maior importância nas páginas mereceram idêntico destaque no grande ecrã. As cenas de maior violência da história não foram atenuadas. Tendo em conta que o efeito visual das imagens, por si só, é sempre mais esmagador do que o efeito provocado pela leitura, que apenas as cria na nossa mente, seria de esperar que numa ou noutra cena mais chocante se tivesse optado por algo mais light. No entanto, David Fincher, mestre nestas coisas dos serial killers - quem não se lembra de Seven, Sete Pecados Mortais com Brad Pitt e Morgan Freeman? - já mostrou que nunca envereda por esse caminho. Se o maléfico está lá, ele mostra-o sem rodeios.
Agora é ler os outros dois livros da Trilogia e aguardar que os transformem em tão bons filmes como este.
Os meus 6º e 7º sentidos dizem-me que um dia destes vou passar a comprar tudo o que é trapo apenas em época de saldos. Desengane-se quem pensa que será devido à redução de preços. A justificação é que apenas na época de promoções a pessoa consegue adquirir roupa adequada à estação do ano em que se encontra. Tomemos como exemplo o dia de hoje. As temperaturas estiveram pouco calorosas, negativas, vá, e no entanto já passei por várias montras cheias de vestidos de alças e tecidos leves e vaporosos. Se as coisas continuarem assim, o mulherio terá de se ver obrigado a comprar bikinis em Janeiro.
quarta-feira
Esta mala do Marc Jacobs podia tornar-me uma pessoa mais feliz!
Há muito que sinto por ela um grande amor platónico e como não sou esquisita, em preto também marchava...
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