terça-feira

A passadeira vermelha dos Oscars...

... merece os comentários desta que vos escreve. Assim sendo, aqui vai o melhor:


Não sei o que acho mais bonito na Stacy: se o Clooney, se o vestido dela. Este trapinho da Marchesa deve ter provocado a histeria e a velha máxima do "sete cães a um osso"

A Paltrow nunca desilude. Este Tom Ford é bem bonito com capa e tudo!
 
A Angelina, volta e meia demonstra que é fiel ao preto e que gosta de mostrar o pernão

Não me lembro quem é esta, uma tal Maria Menounos, mas o vestido é bem giro

Pene, é assim mesmo, continua a mostrar que as latinas é que sabem!

Octavia no seu melhor


Sandra Bullock com outro Marchesa que merece a devida vénia

A Viola decidiu deixar as perucas em casa e assumir sem medos ou tabu o seu cabelo afro.

 E o pior:

Esta senhora decidiu ir a condizer com as estatuetas douradas

sábado

The Gift - Primavera

Isto é beleza que se ouve e que se sente... E que eu ouvi e senti ontem over and over again... Há canções que nos conquistam logo à primeira seja pela letra, pela parte instrumental ou pela voz do cantor.


quinta-feira

Esta coisa da Cloud intriga-me

Ainda não percebo muito do assunto mas algo me diz que esta "novidade" do mundo da Informática nos vai tornar a vida mais complicada. E que vai ser cada vez mais difícil livrarmo-nos do trabalho mesmo em tempo de férias ou de baixa por doença. Já não bastavam os telemóveis, os PCs portáteis, o Blackberry e o Ipad ( muito estiloso por sinal ). Tinham de inventar a Cloud e com ela a possibilidade de se aceder remotamente a redes, ficheiros, servidores e afins através de um qualquer computador com Internet.
Muito bom. 
Vejamos então este suponhamos: a pessoa está numa tasca; a tasca por azar tem um computador; é Domingo, o dia em que até o Senhor descansou; o telemóvel pessoal, antiquíssimo, nem máquina fotográfica tem, vibra ( o Blackberry foi estrategicamente desligado ); mensagem do chefe a dizer " preciso que veja com urgência a apresentação em power point que fiz para a reunião de amanhã"; resposta do colaborador que viu o seu descanso violado "não posso porque não estou junto do meu PC ou do Blackberry, estou numa tasca numa aldeia no meio de nenhures"; resposta do chefe "ahhh, então e essa tasca tem por aí um computador?; resposta ingénua do subordinado "por acaso tem"; resposta do chefe "óptimo, então consegue aceder ao ficheiro remotamente! A Cloud é mesmo espectacular!"
E assim se lixa uma tarde domingueira que era suposto ser passada entre cervejas frescas, tremoços e sol quentinho.

Na mesa de cabeceira está este...

e apesar de ainda só estar no princípio, já consigo prever que mais uma vez a Allende não me vai desiludir...

terça-feira

Casacos e Casaquinhos

... para a Primavera que chega verdadeiramente apenas daqui a um mês mas que já chegou às lojas há um par de semanas.
Ora cá vai uma pequena selecção de finalistas após uma árdua investigação:

H&H



Blanco

 Promod


Mango


Zara




  Agora cada uma compra o que mais lhe aprouver.

domingo

Vintage...

... foi coisa que encontrei hoje entre os pertences há muito guardados da minha mãe, mais propriamente desde os anos 70. Esta pode ser considerada a minha primeira "aquisição" para os dias mais quentes que já conseguimos farejar (dia espectacular hoje, pelo menos na capital da terra lusa). O trapinho parece que foi comprado para mim. É caso para se dizer que sou mesmo filha da mãe. Literalmente. 


sexta-feira

O Artista

Quando o antigo se transforma em novo e original, o resultado só pode ser surpreendente, sendo que, surpreendentemente bom é a melhor dupla de palavras para definir "O Artista". Se esquecermos o facto de que a história, caso tivesse sido contada de forma convencional, não é muito entusiasmente, é na forma como ela é apresentada que está a excelência. Um regresso ao cinema mudo genial com um actor francês não muito conhecido (só o vi em "Pequenas Mentiras entre Amigos") que irá com certeza passar a perna a George Clooney na categoria de Melhor Actor nos tão aguardados Oscars. A sua personagem, um actor em fim de carreira caído em desgraça, não precisa falar para nos mostrar as suas angústias. As caretas de Jean Dujardin são o bastante para o compreendermos. 
Vale a pena acrescentar que as minhas expectativas em relação ao cão minúsculo foram superadas. Sem ele o filme não teria metade da graça.