domingo

quinta-feira

A dança pelas palavras de Billy Elliot

Há uns dias atrás, uma amiga minha enviou-me um e-mail com o link do trailer do Step Up 4 porque sabe que são poucos os filmes de dança que não vi. Os Step Ups nunca primaram por grandes argumentos, fazendo uso contínuo da fórmula do "boy meets girl, dançam, apaixonam-se, voltam dançar e so on". No entanto, apesar do enredo fraco, têm sempre sabido servir os espectadores com a quantidade e a qualidade certa de coreografias. No 3º Step Up, contemplou-se sobretudo a diversidade de estilos. Houve desde capoeira a bollywood, tango a parkour, hip hop, krumping ou ballet clássico. Alguns passos ou melhor, algumas acrobacias, eram de uma técnica e de um grau de dificuldade que apenas bailarinos de topo poderiam realizar e fazer com que parecessem fáceis.
Se olharmos para os dois filmes de dança de maior sucesso nos anos 80 - Dirty Dancing e Flashdance - e compararmos com os dos tempos mais recentes, verificamos que a evolução é notória. Se naqueles, predominaram as danças latinas e a dança jazz, respectivamente, nos filmes actuais e em programas como o So you think you can dance, predominam estilos de dança com origem nas ruas, com origens orientais ou africanas. Actualmente muito conhecidos, nos anos 80,  hip hop e krumping eram termos quase inexistentes. No entanto, o respectivo antepassado, o breakdance, já acontecia nos bairros de NY desde a década de 70. 
Escrevi este post porque sempre gostei de dança e faz hoje um ano que tive de prescindir dela pois não há tempo para tudo. Em todas as culturas, ela está presente, às vezes de uma forma mais contida, às vezes de uma forma mais exuberante. É uma forma de entretenimento para quem vê e para quem pratica. Para uns é um desporto, para outras é uma forma de arte. Para mim, a melhor definição que já ouvi até hoje é a do Billy Elliot, no filme com o mesmo nome, protagonizado por Jamie Bell. Quando lhe perguntam, o que é que ele sente quando dança, ele responde: não sei... mas é uma sensação boa. Pode ser um pouco rígido mas à medida que avanço, depois esqueço tudo e... é como se desaparecesse. Sinto uma mudança em todo o meu corpo, um fogo no meu corpo e depois fico ali, a voar como um pássaro... como a electricidade. Sim, como a electricidade...


segunda-feira

GCB no AXN White

Novo canal, novas séries.Vi o primeiro episódio da nova série dos criadores de O Sexo e a Cidade e a coisa pareceu-me promissora. GCB foi horrivelmente "traduzido" para Giras, Cuscas e Beatas mas nos States a sigla começou por significar Good Christian Bitches no episódio piloto e depois passou para Good Christian Belles, uma versão menos polémica. A acção passa-se no Texas e o protagonismo cabe, como não poderia deixar de ser, a um grupo potente de mulherio. Uma das atrizes principais é a pequenita Kristin Chenoweth ( tem exactamente 1,50m de altura, não mais ) conhecida pela sua voz de falsete e que é uma das maiores estrelas da Broadway. O papel de Glinda, a bruxa boa do Feiticeiro de Oz, no mais famoso musical dos palcos da Big Apple, Wicked, foi pensado para ela. 
Série que envolve comédia, mulheres que sabem a Bíblia de cor mas são umas grandes cabras bem como um guarda-roupa exuberante, é fórmula que merece a minha atenção. Atenção: aviso já que não serve para homens, eles que se mantenham fiéis à The Walking Dead, ou outra do género, que me parece ser-lhes mais adequada. 



   

domingo

Este pequeno filme da Cartier foi realizado para celebrar o aniversário da conhecida marca de joalharia. Em 2009 a loja que existia no Chiado foi fechada mas já foi anunciada a abertura de um novo espaço na Av. da Liberdade. Deixo-vos o filme, onde através do uso da mais avançada tecnologia, impera a beleza.  


Blusões de cabedal...

... nunca são demais. Tenho uns quantos cabides no meu armário que ficavam lindamente com estes que vi na Massimo Dutti.




sábado

Hoje foi dia de me armar em esperta e fazer o meu IRS sozinha. Depois de carregar no Validar e ter recebido com grande prazer a mensagem de que não tinha erros, submeti a declaração. Pouco depois recepcionei um e-mail dos senhores da autoridade tributária e aduaneira a dizer que a mesma foi dada como "certa". Eu mesmo assim tenho as minhas dúvidas. Isto quando a esmola é muita o pobre desconfia, ou neste caso, isto quando nas finanças dizem que está tudo bem, o contribuinte desconfia. Tenho que cá para mim que um dia destes vou ter um blind date com uma bela de uma multa.  

terça-feira

California, here I come!

Começou a contagem decrescente. Já só falta  um mês. Na lista de spots a visitar: São Francisco, Palo Alto, a Universidade de Stanford e Los Angeles ( obrigatório ir a Rodeo Drive, onde a Pretty Woman foi tão maltratada, coitadinha ). A ver vamos se ainda vai haver oportunidade para comer um bife em Napa.

San Francisco

San Francisco


Apple Store, Palo Alto

Stanford University

Los Angeles

Los Angeles, Venice Beach