domingo

Ontem jantou-se em boa companhia e por 20 Euros, no âmbito do Lisboa Restaurant Week, na Bica do Sapato. Há que dizer que esta é sempre uma excelente forma de se passar uma noite agradável.
Há restaurantes bonitos, há restaurantes bons e depois há restaurantes bonitos e bons, que é o caso deste. Não é propriamente barato mas não há nada como o lema do "ah é uma vez na vida". Ou então é esperar por esta iniciativa que ocorre todos os anos e aliar um bom jantar à solidariedade, uma vez que 1 Euro reverte para Instituições de carácter solidário. 


   

quinta-feira

Emily Vancamp nos Emmys 2012

A protagonista de Revenge não se veste bem apenas na série. O vestido que levou aos Emmys foi o meu preferido da noite.






Quando se termina de escrever um livro...

... restam três tarefas ao autor: rever, rever e finalmente... rever. Sobretudo depois de se ter descoberto que o corrector ortográfico do Word estava desactivado sabe-se lá porquê. Ora pois que iniciei a revisão da minha "obra" esta segunda-feira. Fui avisada por duas amigas de longa data a quem incumbi de avaliarem o potencial da"obra", que eram muitos os erros, uns certamente por distracção, outros, infelizmente, por convicção. Passo a explicar: um erro por distracção é aquele em que por exemplo, escrevo uma letra a menos ou a mais numa palavra. Por exemplo desidistir em vez de desistir. Um erro por convicção é quando resolvo escrever umas cem vezes ao longo da história, a palavra paralesia em vez de paralisia, pois vivia convicta de que isso era o correcto. É lamentável. Quase que uma pessoa tem vontade de atirar com o manuscrito para dentro de uma gaveta e fechá-la a sete chaves. Ou tendo em conta os tempos em que vivemos, quase que dá vontade de mandar o ficheiro para a reciclagem do PC. Mas depois eis que surge um enorme desejo de acrescentar mais umas peripécias à história e o estado depressivo provocado pelos erros, depressa é substituído por uma euforia literária. E lá começam os sarilhos once again. A "obra", que supostamente estava terminada, ganha mais umas valentes linhas. E depois, vem a revisão. E quando dou por mim, estou de volta ao ponto de partida. 
É a loucura. Estou a ver que nunca mais acabo. E o pior, é que continuo sem uma ideia brilhante para o título. 
Para a próxima, não vou ser tão ambiciosa. Contentar-me-ei com um conto. E até já há ideias.
De qualquer das formas, a "obra" tem de estar pronta no Natal, porque vai ser uma das oferendas com que vou brindar amigos e família. Prendas hand made têm mais significado.        

terça-feira

O vestido de Sofia Vergara...

... na noite dos Emmys tem dado que falar. Pois que os acidentes acontecem sendo que uns são mais felizes do que outros. Neste caso em concreto foi grande a felicidade - sobretudo dos homens heterossexuais -  provocada pelo rasgão acidental que ocorreu na zona traseira do vestido da actriz de Modern Family. O rabo da senhora ficou à vista de todos como podeis verificar abaixo. Não sei se estas fotos teriam tido o mesmo sucesso por esse mundo fora se a coisa se tivesse dado com outro tipo de rabo.



domingo

Terapia a dois

Sempre que estreia um filme com a Meryl Streep, obrigo-me a ir ao cinema. Nunca me arrependi. Saí sempre das salas bastante satisfeita. Foi por isso que não hesitei quando vi o trailer deste Terapia a Dois. Filme com dois ou melhor, três pesos pesados é filme a não perder. Se Meryl Streep é excelente neste papel de dona de casa cujo maior desafio diário é a confecção dos ovos com bacon para o pequeno-almoço do marido, Tommy Lee Jones, no papel do dito marido, não lhe fica atrás. Penso que foi a primeira vez que o vi numa comédia. E a avaliação não podia ser melhor. Steve Carell compõe o trio fazendo o papel do terapeuta que se dispõe a curar "os males de amor" do casal que perdeu a chama.
Um filme um pouco morno que fez bem em ter apostado tudo no desempenho dos actores. Se não tivessem sido estes os escolhidos, penso que o resultado final não seria tão bom.


quinta-feira

Revenge

De vez em quando cai muito bem a estreia de uma nova série de televisão. Sangue novo. Mantemo-nos fiéis às que já acompanhamos há mais tempo mas arranjamos espaço para mais uma. E Revenge conquistou definitivamente o seu espaço. Tal como o próprio título indica, estamos perante a história de uma jovem muito bonita e muito endinheirada que não olha a meios para levar a cabo uma "muy" planeada e justificada vingança. Os trapos do elenco feminino merecem atenção. As cenas de tensão entre as duas protagonistas também. E depois há a questão dos Hamptons, refúgio dos nova-iorquinos quando buscam sol, mar e tudo o que pode ser apelidado de boa vida. 
A personagem da má da fita foi entregue a Madeleine Stowe que já não via há muito tempo, talvez quase desde o tempo das Mulheres de Armas ou de O Último dos Moicanos. Com 54 anos, está em muito boa forma, sim senhora, daí não usar outra coisa senão vestidinhos alta-costura colados ao lombo. A ver vamos se algum dia lhe estala o verniz e a vemos ao estalo com a suposta boa da fita, sempre também muito composta. 
Série de duas mulheres a degladiarem-se, nem que seja só com o olhar, promete sempre. E já ouvi dizer que só vai melhorar.