sábado

J Lo no Pavilhão Atlântico

Ele há concertos que valem cada tostão dado pelo bilhete. E o de Jennifer Lopez é um excelente exemplo desta afirmação. Se Madonna é bastante aplaudida pelos concertos-espectáculo apostando nos cenários, coreografias e guarda-roupa, a cantora "from the block" é merecedora de idênticos aplausos. Uma entrada estilo Broadway, uma equipa de bailarinos excelentes, um jogo de luzes e efeitos que transformaram o Atlântico num local mágico e um guarda-roupa constituído por 6 fatos brilhantes sendo estes, na sua maioria, bem colantes ao corpo voluptuoso que a cantora não se cansa de evidenciar. Várias vezes J Lo colocou-se de costas para o público e o que é que apareceu nos ecrãs gigantes? O rabo da senhora, pois está claro. Não há zona do corpo que tenha tido mais destaque. E os homens - surpreendentemente havia muitos - agradeceram.
A primeira canção - Get Right - colocou logo todo o público de pé. Público esse que vibrou sobretudo em Waiting for tonight, Let's get loud, Dance on the floor e Dance Again, canção com que terminou o espectáculo. Pelo meio, Until It beats no more, com imagens da cantora com os dois filhos a passarem nos ecrãs gigantes. 
A actriz/ cantora / bailarina mostrou sobretudo a boa forma mas também muita humildade. No fim do concerto, percorreu um corredor na plateia para cumprimentar o público. Além disso, agradeceu sempre em português e nunca optou pelo castelhano. 
Um espectáculo que não desiludiu e que na minha opinião, até superou as expectativas. 




terça-feira

Vélocité Café

Mais um espaço para os adeptos da bicicleta desta vez no centro de Lisboa, mais propriamente junto à ciclovia da Av. Duque de Ávila. Parece que andam a nascer como cogumelos e palmas para isso. Venham mais. Neste caso, o Vélocité Café é um local que é ao mesmo tempo café com esplanada e oficina. Enquanto aguardamos pelo arranjo do nosso veículo, nada como atenuar a espera com comida e bebida. A decoração não foi deixada ao acaso e atrai todos aqueles que apreciam uma boa pedalada e que gostavam que Lisboa fosse, às vezes, um bocadinho como Amesterdão. 


  

domingo

Ontem jantou-se em boa companhia e por 20 Euros, no âmbito do Lisboa Restaurant Week, na Bica do Sapato. Há que dizer que esta é sempre uma excelente forma de se passar uma noite agradável.
Há restaurantes bonitos, há restaurantes bons e depois há restaurantes bonitos e bons, que é o caso deste. Não é propriamente barato mas não há nada como o lema do "ah é uma vez na vida". Ou então é esperar por esta iniciativa que ocorre todos os anos e aliar um bom jantar à solidariedade, uma vez que 1 Euro reverte para Instituições de carácter solidário. 


   

quinta-feira

Emily Vancamp nos Emmys 2012

A protagonista de Revenge não se veste bem apenas na série. O vestido que levou aos Emmys foi o meu preferido da noite.






Quando se termina de escrever um livro...

... restam três tarefas ao autor: rever, rever e finalmente... rever. Sobretudo depois de se ter descoberto que o corrector ortográfico do Word estava desactivado sabe-se lá porquê. Ora pois que iniciei a revisão da minha "obra" esta segunda-feira. Fui avisada por duas amigas de longa data a quem incumbi de avaliarem o potencial da"obra", que eram muitos os erros, uns certamente por distracção, outros, infelizmente, por convicção. Passo a explicar: um erro por distracção é aquele em que por exemplo, escrevo uma letra a menos ou a mais numa palavra. Por exemplo desidistir em vez de desistir. Um erro por convicção é quando resolvo escrever umas cem vezes ao longo da história, a palavra paralesia em vez de paralisia, pois vivia convicta de que isso era o correcto. É lamentável. Quase que uma pessoa tem vontade de atirar com o manuscrito para dentro de uma gaveta e fechá-la a sete chaves. Ou tendo em conta os tempos em que vivemos, quase que dá vontade de mandar o ficheiro para a reciclagem do PC. Mas depois eis que surge um enorme desejo de acrescentar mais umas peripécias à história e o estado depressivo provocado pelos erros, depressa é substituído por uma euforia literária. E lá começam os sarilhos once again. A "obra", que supostamente estava terminada, ganha mais umas valentes linhas. E depois, vem a revisão. E quando dou por mim, estou de volta ao ponto de partida. 
É a loucura. Estou a ver que nunca mais acabo. E o pior, é que continuo sem uma ideia brilhante para o título. 
Para a próxima, não vou ser tão ambiciosa. Contentar-me-ei com um conto. E até já há ideias.
De qualquer das formas, a "obra" tem de estar pronta no Natal, porque vai ser uma das oferendas com que vou brindar amigos e família. Prendas hand made têm mais significado.        

terça-feira

O vestido de Sofia Vergara...

... na noite dos Emmys tem dado que falar. Pois que os acidentes acontecem sendo que uns são mais felizes do que outros. Neste caso em concreto foi grande a felicidade - sobretudo dos homens heterossexuais -  provocada pelo rasgão acidental que ocorreu na zona traseira do vestido da actriz de Modern Family. O rabo da senhora ficou à vista de todos como podeis verificar abaixo. Não sei se estas fotos teriam tido o mesmo sucesso por esse mundo fora se a coisa se tivesse dado com outro tipo de rabo.