Ir a um desfile de Moda, daqueles a sério, era coisa que há muito almejava. Quem gosta de trapos e considera que esta indústria é na verdade, uma forma de arte, deseja ardentemente um lugar com vista directa para uma runway. Não é preciso ser na front row. Estar sentada na 3ª ou na 4ª fila é o bastante para deixar a pessoa contente. Este Sábado lá me foi possível estar presente pela primeira vez na Moda Lisboa, que tal como nas últimas edições decorreu no Pátio da Galé junto do Terreiro do Paço, local que está cada vez mais animado. O espaço parece-me, na minha humilde opinião, perfeito para receber o certame. Da organização não tenho queixas. É claro que nem tudo decorreu nos horários previstos mas disso já se estava à espera. Quanto ao desfile desse grande senhor que é o Nuno Baltazar, só posso dizer que adorei. Os jumpsuits e o animal print destacaram-se. Mas também, que esperar de um designer que só faz coisas não só vestíveis (e nos desfiles vê-se muita coisa não vestível) como também muito bonitas? Que o diga Catarina Furtado que marcou presença no evento e que é vestida pelo Atelier do estilista do Porto há já vários anos. Ficam as fotos (algumas com pouca qualidade):
domingo
sábado
Smart ebike
Como é que só hoje me dei conta que esta peça de arte e tecnologia existe? E que já anda por aí à solta?
quinta-feira
O Nobel da Literatura 2012
Aconteceu em 2011 com o Tomas Tranströmer e em 2012 o fenómeno volta a repetir-se. Desconheço de todo o escritor que a Academia Sueca premiou. Mo Yan para mim doesn't ring a bell. Isto deixou-me com uma missão a cumprir: investigar a obra do senhor. Para já, disse-me um amigo que existe pelo menos um livro dele publicado em Portugal: "Grandes peitos, ancas largas". O Google também já me permitiu saber que uma das suas obras foi adaptada ao cinema pelas mãos do grande Zhang Yimou ("O Segredo dos Punhais Voadores", "A Maldição da Flor Dourada" e mais recentemente "As Flores da Guerra").
Tenho pena dos escritores que estão na "lista de espera" há anos como Comarc Maccarthy ou Haruki Murakami. O americano Philip Roth deve ser o que aguarda a distinção há mais tempo. Apesar do Pulitzer, do Man Booker e do Prémio Principe das Astúrias que tem em casa, acredito que lhe faça alguma falta o Nobel. O António Lobo Antunes também está constantemente na lista de probabilidades. Quem sabe um dia...
terça-feira
Pois que um grande sonho está prestes a realizar-se
Começa esta quinta-feira mais uma edição da Moda Lisboa e eis que o Atelier do Nuno Baltazar enviou para a minha caixa do correio um convite para o seu desfile, Sábado, 13 de Outubro. A minha tensão arterial está neste momento completamente descontrolada.
domingo
Comer Sushi sentada no chão
Durante muitos anos recusei-me a experimentar restaurantes japoneses. Peixe cru não era para mim apesar de toda a gente me dizer o quão era bom. No entanto, ultimamente deu-se uma volta de 360º e agora passo a vida a entrar neles. Continuo a torcer o nariz ao sushi e ao sashimi mas desde que descobri as massas e tudo o resto a que chamo de "pratos quentes" não quero outra coisa. E se há a oportunidade de comer no chão, então mais piada acho. A primeira vez que pude comer uma refeição assim foi no Suntory no Picoas Plaza. Lembro-me que adorei a decoração, sobretudo as mesas baixinhas na zona zen, cujas "cadeiras" eram almofadas. As entradas também me ficaram gravadas na memória. A escolha recaiu sobre uns crepes de cenoura tão deliciosos que por mim tinham sido o prato principal.
Este fim de semana estive no Estado Líquido e mais uma vez, a opção escolhida foi cear sentados no chão. Muito bom mas bem carote. Uns simples sumos naturais e 2 entradas ficaram numa boa fortuna. Felizmente, fui obrigada a não contribuir para a conta.
De todas as formas, o Origami Sushi Arena no Campo Pequeno continua a ser o meu preferido, logo é esse mesmo que aconselho.
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| Estado Líquido |
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| Suntory - zona Zen |
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| Suntory - entrada |
sábado
J Lo no Pavilhão Atlântico
Ele há concertos que valem cada tostão dado pelo bilhete. E o de Jennifer Lopez é um excelente exemplo desta afirmação. Se Madonna é bastante aplaudida pelos concertos-espectáculo apostando nos cenários, coreografias e guarda-roupa, a cantora "from the block" é merecedora de idênticos aplausos. Uma entrada estilo Broadway, uma equipa de bailarinos excelentes, um jogo de luzes e efeitos que transformaram o Atlântico num local mágico e um guarda-roupa constituído por 6 fatos brilhantes sendo estes, na sua maioria, bem colantes ao corpo voluptuoso que a cantora não se cansa de evidenciar. Várias vezes J Lo colocou-se de costas para o público e o que é que apareceu nos ecrãs gigantes? O rabo da senhora, pois está claro. Não há zona do corpo que tenha tido mais destaque. E os homens - surpreendentemente havia muitos - agradeceram.
A primeira canção - Get Right - colocou logo todo o público de pé. Público esse que vibrou sobretudo em Waiting for tonight, Let's get loud, Dance on the floor e Dance Again, canção com que terminou o espectáculo. Pelo meio, Until It beats no more, com imagens da cantora com os dois filhos a passarem nos ecrãs gigantes.
A actriz/ cantora / bailarina mostrou sobretudo a boa forma mas também muita humildade. No fim do concerto, percorreu um corredor na plateia para cumprimentar o público. Além disso, agradeceu sempre em português e nunca optou pelo castelhano.
Um espectáculo que não desiludiu e que na minha opinião, até superou as expectativas.
terça-feira
Vélocité Café
Mais um espaço para os adeptos da bicicleta desta vez no centro de Lisboa, mais propriamente junto à ciclovia da Av. Duque de Ávila. Parece que andam a nascer como cogumelos e palmas para isso. Venham mais. Neste caso, o Vélocité Café é um local que é ao mesmo tempo café com esplanada e oficina. Enquanto aguardamos pelo arranjo do nosso veículo, nada como atenuar a espera com comida e bebida. A decoração não foi deixada ao acaso e atrai todos aqueles que apreciam uma boa pedalada e que gostavam que Lisboa fosse, às vezes, um bocadinho como Amesterdão.
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