quinta-feira

Se o orçamento do Pai Natal...

... fosse ilimitado eu seria mais ambiciosa nos meus pedidos e pedia estes meninos de apelido Louboutin.




Vestidos pretos para o...

... Réveillon de todo o tipo de tecidos. Quem gosta de se vestir a rigor para comemorar a entrada do novo ano, opta normalmente pelo seguro, isto é, um little black dress. Descobri estes nas lojas do costume.

De renda - Zara

De pele - Zara

Com franjas - Mango

De lantejoulas - Mango

domingo

Anna Karenina

O filme que eu mais andava a aguardar nos últimos tempos foi assim a modos que... uma desilusão! Pois é verdade. O trailer nunca me fez prever que iria ver um filme a tocar um pouco no teatro com cenários que aparecem e desaparecem dando lugar a outros. Apesar de requintados, dando-nos um fiel retrato do que era a Rússia imperial nos anos 70 do século XIX, ousada em luxo e esplendor, não consegui achar muita piada à técnica utilizada do cenário substitui cenário. Se calhar os entendidos na matéria poderão achar tal opinião um pouco ingrata, mas não gostei. Rendi-me, no entanto, ao guarda-roupa que incluía umas jóias da Chanel de tirar o fôlego. O pescoço da Keira Knightley nunca esteve tão bem adornado apesar dos vários filmes de época que já protagonizou e que pediam quase sempre uma ou outra jóia mais exuberante. 
Quanto à Keira, acho que mais uma vez lhe foi atribuído um grande papel (o que já acontecera em Um Método Perigoso, onde deu vida a Sabina Spielrein, uma paciente de Carl Jung que sofria de psicose histérica e que mais tarde se tornou numa psicanalista famosa) mas a coisa não correu assim como era esperado. Eu pelo menos gostei mais de a ver em Expiação ou em Orgulho e Preconceito. Era preciso mais paixão para desempenhar uma personagem que se arruinou por causa disso mesmo, paixão. Era preciso um desempenho que nos fizesse, por um lado, odiar Anna Karenina e por outro, sentir pena dela. Penso que era essa a intenção de Leo Tolstoi quando lhe deu vida no papel e a eternizou na literatura. 



sexta-feira

Prenda de Natal de mim para mim

Vai ser um relógio, de certeza. Só não sei ainda qual destes escolher. Provavelmente a escolha recairá sobre aquele que tiver o nome mais bonito, isto é... o preço.

Massimo Dutti

Swatch

Fossil

DKNY

quinta-feira

Os carros estão cada vez mais pequenos e giros

O Opel Adam chega em Março a Portugal para fazer concorrência ao Fiat 500, ao Ford Ka, ao C1 e outros assim de linhas que eu classifico de "redondas".
É tão lindo. Se eu fosse moça de conduzir, passava-lhe a mão pelo pêlo. 




Curso Executivo em Luxury Brand Management

O ISEG e o London College of Fashion uniram-se e o resultado é a 1ª edição do curso executivo em Luxury Brand Management que terá lugar entre os dias 14 e 23 de Março do ano que se avizinha. Quem estiver interessado em aprender as técnicas e as estratégias necessárias para a gestão de produtos ou serviços de luxo, poderá inscrever-se no ISEG até dia 4 de Março. 


domingo

Alfred Hitchcock está quase a chegar aos...

... grandes ecrãs portugueses. Anthony Hopkins foi o escolhido para dar vida no cinema ao homem que é ele próprio um símbolo do cinema. Um e outro nunca poderão ser dissociados. A caracterização está fantástica como poderão ver nas fotos abaixo. Mas excelente mesmo foi a ideia de se usar a personagem para solicitar aos espectadores que desliguem os telemóveis durante a exibição de um filme. Apanhei estas imagens nas últimas vezes que fui ao cinema e não me canso de ouvir Hitchcock dizer que não há nada mais aterrador que o som de um telemóvel a tocar ou alguém a escrever uma mensagem.