sexta-feira

Rever Cleópatra

Ando numa de rever o filme onde para mim Elizabeth Taylor mais brilhou. Amanhã começarei a busca desenfreada pelo DVD. Realizado em 1963 tem cenários, efeitos especiais e um guarda-roupa extraordinários sobretudo para a época. Além disso, apesar de me cheirar que há por ali muitos acontecimentos verídicos que foram romantizados, gosto dos factos históricos que lhe servem de base, nomeadamente, a questão de que estamos perante uma das primeiras mulheres líderes da História. 
Já não é a primeira vez que me surgem estes apetites de filmes antigos. No ano passado, tive a comichão do Breakfast at Tiffany's - também ele dos anos 60 - e não só comprei este na Fnac como outros 4 filmes com a Audrey Hepburn. 
Atentem no trailer de Cleópatra. Destaque para a cena que começa ao minuto 2:22 em que ela exige que Marco António se ajoelhe perante ela. 

  


Raios de sol, finalmente!

E para comemorar de forma correcta este parto difícil da Primavera o que é que a pessoa faz? Compra logo uns calções, claro está! Mais especificamente estes da Mango. É óbvio que só sentirão o aroma das ruas quando a temperatura subir um pouco mais. Este ano, meus amigos, será para mim, definitivamente, o ano dos calçonitos! Outros já foram avistados e o potencial de virem cá para casa é grande. 


domingo

Beneath your beautiful

Há duetos que merecem destaque como este de Labrinth e Emeli Sande. Uma das melhores canções que ouvi recentemente que podia servir de banda sonora a cenas românticas. 

sábado

A febre das séries...

... foi o tema de conversa ontem durante a hora do almoço lá no trabalho. A febre aqui em Portugal e no país de origem da maior parte delas, isto é, nos EUA. Li algures que as salas de cinema estão a perder espectadores não só por causa do preço dos bilhetes, dos serviços de videoclub da Meo, Zon e Vodafone ou ainda, dos downloads da Internet. Parece que a culpa se deve também ao interesse cada vez mais crescente pelas séries de televisão. Algumas tornaram-se um culto e/ou um vício. Há os que discutem acesamente se The Walking Dead é uma série de zombies ou uma série sobre o desespero humano. Há os que discutem se o Brody do Homeland é na verdade o bom ou o vilão. Há os que se aventuram a adivinhar quem se vai sentar no Iron Throne em The Game of Thrones. E depois há as mulheres que atentam no guarda-roupa do Revenge. Ou no guarda-roupa (e nos abdominais perfeitos do Wade) de The Hart of Dixie. Ou ainda nos outfits da Olivia Pope de Scandal. Há ainda os que, apesar de dizerem que já estão fartos, não perdem um episódio da Anatomia de Grey ou como eu lhe chamo, o Dramalhão. 
Penso que tudo deverá ter começado há muito mais tempo mas recuando até 2000 e pouco, lembro-me do frenesim que gerou o Sexo e a Cidade, os Sopranos ou o Lost. Quando os Sopranos terminaram, recordo-me bem da revolta de alguns amigos meus quanto ao último episódio. Todos eram unânimes em dizer que tinha sido uma desilusão. E quanto ao Lost, toda a gente tinha uma teoria, quase sempre tão complicada como o argumento de cada temporada. 
Uma série para manter a qualidade do princípio ao fim necessita, a meu ver, de dois ingredientes essenciais: que os actores principais se mantenham sempre, isto é, nada de se matar personagens assim à maluca e sobretudo, de uma boa equipa de argumentistas que saiba estar atento ao que atrai e mantém fiéis as audiências. Há erros que se cometem e que depois dificilmente conseguem ser corrigidos. Eu era admiradora incondicional do House. Quando no fim da 7ª temporada a personagem da Cuddy saiu, disse cá para comigo que a série para mim tinha acabado. Não vi um único episódio da 8ª e última temporada. Disseram-me mais tarde que as últimas cenas foram o House e o Wilson montados nas suas melhores motos a partirem numa aventura para que Wilson gozasse bem os seus últimos dias de vida. Fraquinho. Uma série que também tem vindo a cair em desgraça nos últimos tempos é o Revenge. Ainda só está na 2ª temporada e já se tornou numa salganhada. Pelo contrário, um bom exemplo de uma série que soube manter a qualidade durante cerca de 10 anos foi o Friends. Boa comédia e boa evolução dos personagens. Penso que o How I Met your Mother está nesse bom caminho mas já vai sendo tempo de sabermos quem é a Mother... se é que há uma Mother!   
Para se ter noção do quão se leva a sério as séries nos EUA, o ideal é fazer uma pesquisa pela Internet. Ele há blogues, ele há comentários no site respectivo, ele há uma quantidade imensurável de vídeos com as melhores cenas no Youtube. Quando um casal agrada ao público, então aí é a loucura. Que não separe o argumentista aquilo que o próprio argumentista uniu uns episódios antes. Vive-se intensamente as peripécias das séries preferidas. E os actores assíduos do cinema já se aperceberam da galinha dos ovos de ouro que é a televisão. Muitos não se têm importado em mudar de equipa como é o caso de Claire Danes (Homeland), Kerry Washington (Scandal) ou Kate Hudson (Glee).
Parece que actualmente é este o formato do sucesso e as estações norte-americanas parecem não querer abandoná-lo tão cedo.

quinta-feira

Moveo ou...

... a scooter eléctrica e desdobrável que não requer muito espaço de estacionamento. Este veículo pouco bonito e com aspecto futurista foi-me apresentado por uma amiga aqui há uns tempos. De facto, faz-lhe falta um upgrade ao nível da estética mas ao nível da tecnologia, a ideia não podia ser melhor. Pesa 25 Kgs, a bateria tem autonomia para 35 Km e a sua velocidade vai até aos 45 Km/hora. Lembro-me bem quando surgiram as bicicletas desdobráveis. Agora parece que é a vez das scooters. Com a Moveo ninguém se pode queixar do custo do estacionamento visto que é possível levá-la para dentro de casa ou para o interior do local de trabalho. Não sei se o objecto vai ter muitos adeptos mas lá que deve ser aplaudido lá isso deve. Eu cá gostava de experimentar este brinquedo...




domingo

Uma Feliz Páscoa é o que...

... vos desejo a todos através destes coelhos que sempre foram a meu ver os coelhos com mais carisma de sempre. Mesdames et Messieurs, voilà: o coelho das pilhas Duracell e o Roger Rabbit (aquele que andou a comer a boazona da Jessica)




Ténis eficazes

Faz hoje precisamente uma semana que aceitei o desafio de participar na mini-maratona da Vodafone. Uma boa oportunidade para passar mais uma vez pela Ponte 25 de Abril e estrear uns ténis novos da Nike que segundo o que me disse o funcionário que me atendeu na Sport Zone, eram os adequados para quem só corre em média uma vez por semana. Ora eu até ao Domingo passado não corria uma vez por semana. Nem sequer uma vez por mês. Era assim mais uma vez por ano.  No entanto, em minha defesa, posso afirmar que foi aí que se deu a estreia dessa decisão que tomei recentemente: corridas semanais. Infelizmente apenas corri ao todo uns 10 minutos. O resto do percurso foi feito em passo rápido. Logo ao fim da manhã, já a passar a meta e depois desse momento sempre coberto de glória que é o receber da medalha, senti as pernas e o rabo começarem a arder. Sim, meus amigos, a arder. Pensei cá para comigo que o sintoma não se devia apenas aos 7/8 Kms da valente caminhada porque há que dizê-lo sem hesitações: nunca 7 ou 8 Kms representaram distância demasiado ambiciosa para mim. Moi que anda todos os dias a pé quase um par de horas, enfrenta 2 dígitos de Kms sem lágrimas ou amuos. Concluí rapidamente que as dores nas coxas e no rabo eram dores de músculos que tinham sido devidamente trabalhados. Músculos adormecidos pela preguiça. Músculos que se viram a braços com uns ténis decentes que fazem jus à publicidade que lhes está associada. Hum, terão sido mesmo os ténis? pensei, na altura. Ontem decidi tirar a prova dos nove. Exilada no Norte do país numa aldeia que vem muito discretamente nos mapas e nos GPS, dediquei-me a mais uma corridinha. E não é que hoje sinto novamente o resultado dos maravilhosos ténis? O segredo deve estar na sola. É nela que estão os resultados de anos de investigação e desenvolvimento. 
Além disso, são giros. Houve cuidado com a estética e não apenas com a eficácia. Ora atentem nos ditos: