quinta-feira

O efeito calmante do Oceanário

Fui muito recentemente ao Oceanário no Parque das Nações. Não foi a primeira vez mas a verdade é que já há muito tempo que lá não ia. Infelizmente já me tinha esquecido do que este lugar maravilhoso tem de melhor para oferecer: a possibilidade de poder ficar durante horas sentada em frente ao aquário principal desfrutando de uma sensação de pura tranquilidade. Não sei o que é que aquele aquário tem mas a verdade é que, mesmo apesar das pessoas que estão constantemente a circular por ali a elevar a voz de excitação (sobretudo as crianças), é possível experimentar uma sentimento de descontracção e conforto a que chamo o efeito calmante. Uma vez uma amiga minha comentou comigo que quando a mãe dela teve uma depressão, tinha por hábito sentar-se em frente a um aquário com peixes dourados que tinha no quarto e ficar ali, simplesmente a olhar para eles. Dizia que isto a deixava mais calma. Agora percebo. Gostamos de olhar para um universo onde a existência de stress é quase ou totalmente nula. Onde predomina a cor, a beleza natural, o silêncio. De certa forma, onde predomina a magia. Sim, se há adjectivo que podemos aplicar correctamente ao oceanário será o de mágico. 
Acho que não levarei tantos anos até lá regressar outra vez. 13 Euros por um bilhete para uma sessão de terapia não me parece caro. 




terça-feira

As vantagens de ser invisível

Há filmes fabulosos cuja existência poderíamos para sempre desconhecer. Ou então visualizar o trailer, pouco revelador do seu potencial e achando-o sem grande interesse, votá-lo ao esquecimento. Para que isto nunca aconteça há que seguir o conselho deste ou daquele amigo que nos diz: vê este filme pois foi um dos melhores que vi na minha vida. E nós, uma vez que confiamos nesse amigo cegamente, damos uma oportunidade à obra. Assim foi com "As vantagens de ser invisível". Uma história bonita e simples, com um protagonista que só nos apetece abraçar e proteger. O melhor amigo, o melhor irmão, aquele que gostaríamos que tivesse sido o nosso primeiro amor. Passado nos anos 90, o invisível é Charlie, um adolescente tímido que ao tentar ganhar novos amigos na sua entrada para essa fase da vida complicada que é a fase do liceu, é acolhido num grupo de finalistas com fortes laços de amizade entre eles. 
Esta é uma história sobre a amizade mas também sobre o amor. Destaque para o diálogo entre Charlie (Logan Lerman) e Sam (Emma Watson) em que ela lhe pergunta "porque será que eu e as pessoas que amo são sempre tratadas como lixo?" ao que ele lhe responde "aceitamos o amor que achamos que merecemos".
Destaque também para a prestação de Ezra Miller, aqui adorável, ao contrário do terrível Kevin de "Temos de falar sobre o Kevin".



segunda-feira

As calças largas estão em força

Lisas ou estampadas, em cores fortes ou mais discretas, as calças largas e fluídas estão aí em força em tudo o que é loja. Já as vi a assentarem bem em mulheres de todas as estaturas e pesos se bem que as lisas de cores mais escuras adequam-se melhor às silhuetas mais largas. Para quem odeia saias ou vestidos, este tipo de calças, desde que em seda ou em material semelhante, são o ideal para um casamento. 
Aqui vão uns bons exemplos para serem devidamente analisados. 

Lanidor

Zara

Zara

Mango

Blanco

Cortefiel

Velocidade Furiosa 6

Às vezes a vontade de ver um filme de pura acção tem de ser atendida. Vi o trailer do 6º filme que reúne Vin Diesel, Paul Walker e carros velozes e um desejo incontrolável tomou conta de mim. Não que eu seja fanática por carros, mas havia ali qualquer coisa que pedia para ser vista. Ontem não resisti. O destino queria pois um amigo meu desafiou-me para irmos ver os rápidos e furiosos. E não é que não me desiludi? Cenas de pancada das boas. Corridas alucinantes. Carros estampados. Comédia e até uma pitada de romance. Montagem e efeitos especiais tão bem feitos que não dava para perceber onde acabava o trabalho dos duplos e começava o dos actores. Tenho de confessar que gostei. Gostei tanto que até vou ver se arranjo o 5º filme que tem como cenário principal as favelas do Rio de Janeiro.  
Às vezes uma pessoa tem de se deixar de intelectualidades e ver algo que nos aumente as arritmias. 


sábado

É por causa de canções como esta que ainda adoro o Glee...

... apesar de achar que esta temporada não está a conseguir manter-se à altura das anteriores. Uma performance a quatro arrebatadora.



Este blog esteve de baixa prolongada...

E perguntam vocês porquê? Porque a sua autora entrou na recta final dos seus estudos pós-graduados e agora é o tudo ou nada, é a recta final, a hora h, o drama, o horror, o caos, a tragédia! Ele é trabalhos, ele é trabalhinhos, ele é exames. E a juntar a tudo isto, em Maio foi o pico do trabalho lá na minha empresa. Ora quem é que ficou a sofrer? O blog, claro está!
Hoje voltamos com um tema que interessa a todas as mulheres que saíram ao paizinho a nível dos peitorais. Uma amiga minha, sempre que chega o Verão, (este ano parece que tarda em chegar, ou segundo os franceses, nunca vai chegar) sofre a chamada busca pelo Santo Graal dos bikinis (eu cá escrevo a palavra à moda inglesa). O bikini sagrado é aquele que permite disfarçar as tábuas. Eu, que também não faço parte do clube das Pamelas Anderson desta vida, sei bem onde estão os melhores, aqueles que não tendo almofadas ou outro tipo de enchimentos conseguem o propósito que lhes é devido através do formato, ou através de aplicações como franjas, folhos ou missangas. 
Sendo assim, obrigatório visitar a women'secret que tem modelos e cores para todos os gostos. Os preços não são escandalosos e do material não tenho tido queixa ao longo destes anos. Aqui vão algumas sugestões. 









terça-feira

A moda do Padel

Até há pouco tempo só conhecia três desportos que requeriam raquete: ténis, squash e badminton. Travei recentemente conhecimento com o quarto, o padel. O que tem de comum com o ténis? A bola. De resto, é sempre disputado entre dois pares de jogadores e as diferenças são sobretudo ao nível do campo que tem 20 metros de comprimento, 10 metros de largura, com paredes nos fundos e parte nas zonas laterais. Devido à existência das paredes a bola não pára nunca, o que torna o jogo bastante dinâmico de praticar ou de ver. Na América Latina, o padel tem enorme importância. Em Portugal está a ter cada vez mais adeptos porque é possível aprender as regras facilmente e porque não é necessário estarmos em excelente forma física para o praticarmos. Há já vários campos muito bem localizados pela terra lusa fora. Em Lisboa, destaco o do Parque Eduardo VII e o das Docas de Alcântara que tem vista privilegiada para o rio. É possível alugar os campos ou adquirir aulas junto dos instrutores disponíveis. Fica mais barato solicitar aulas para 2 ou 4 pessoas do que individuais. 
Há muito que anseio por experimentar. Tenho até já 3 amigos dispostos a alinhar comigo portanto um dia destes lá vou eu armar-me em Sharapova do Padel.