... nunca são demais no armário de uma mulher. Há que tê-las de todos os feitios e tecidos. Vi estas recentemente no site da Mango e pensei: não deixam de ser pretas mas têm o seu quê de originalidade! Ainda não estive com elas nas mãos mas penso que serão uma boa aquisição, sobretudo para se usar no local de trabalho.
sexta-feira
quarta-feira
O estilo das actrizes baixinhas 5
Eva Longoria é mais uma petite cujo estilo é constantemente elogiado esteja ela a atravessar uma passadeira vermelha ou uma passadeira para peões. A dona de casa desesperada tem apenas 1,57m que compensa sempre com sapatos de salto muito alto. É raro vê-la com calçado raso. Calças justas, lenços ao pescoço, óculos de sol, malas XL e cabelo solto são escolhas frequentes que resultam sempre bem. Lá dizem os sábios: em fórmula vencedora não se mexe. Em eventos especiais é vê-la em vestidos estilo sereia, reveladores, por vezes de cores fortes.
segunda-feira
Calças (que parecem) de pele
De tempos em tempos, os visuais em cabedal, napa ou outros materiais semelhantes aparecem em força. O ano passo surgiram em grandes quantidades e em várias cores, na nossa tão familiar Zara, umas calças skinny feitas de um material cujo revestimento já lhe ouvi chamar umas vezes de resina e outras de goma. O efeito resultante desse revestimento é que à primeira vista parece que estamos perante umas calças de pele. Depois, à segunda vista (aquela que já inclui ver com as mãos) percebemos que afinal é só parecido com pele. Daí os preços mais acessíveis. E daí, talvez o facto de não alargarem tanto. Se há detalhe que nunca gostei em calças de pele, foi o facto de facilmente alargarem.
Este ano, devido ao êxito das vendas, mais lojas aderiram à tendência. Encontrei estas hoje na Massimo Dutti. O inconveniente para quem queira comprar umas, será talvez o facto de serem tão justas. No entanto, desengane-se quem acha que são desconfortáveis. Pelo contrário, a liberdade de movimentos é garantida.
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| Zara |
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| Zara |
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| Zara |
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| Massimo Dutti |
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| Massimo Dutti |
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| Massimo Dutti |
quarta-feira
Concertos esgotados
Depois de ter espreitado os devidos sites e verificado que vários concertos que me interessavam estavam esgotadíssimos, apesar dos preços pouco simpáticos, elaborei uma teoria que é capaz de abanar os alicerces da nossa sociedade: o nosso Governo tem a compra dos bilhetes para os eventos permanentemente vigiada. De tempos em tempos sai um relatório com a seguinte conclusão: "Ora pois bem, parece que ainda temos um bom punhado de pessoas que consegue esgotar os mais caros espectáculos. O que é que isto quer dizer? Não há crise, há muito dinheiro a circular, logo, podemos avançar com mais um corte de salários seja através de impostos ou de redução directa." Estou convicta que é a estas estatísticas que eles vão beber a informação. Chamem-lhe teoria da conspiração, chamem-lhe o que quiserem :)
P.S - É pena que só uma percentagem microscópica consegue dar-se a esse luxo. O justo era que todos pudéssemos ter os nossos empregos para usar parte dos respectivos ganhos em entretenimento. Porque é preciso alimentar o estômago mas nunca nos podemos esquecer de alimentar a alma.
quinta-feira
Tenho duas amigas em cujos cabides e gavetas, predomina o preto. Não são góticas nem nada que se assemelhe. Simplesmente sentem-se melhor quando estão vestidas de escuro. É por isso que vi estes dois vestidos e pensei de imediato nelas. Se há algo que não é difícil encontrar na Zara são little black dresses simples, apenas com um apontamento original que faz toda a diferença.
terça-feira
Em busca de calçado...
... bordeaux, grená, burgundy ou outro termo usado para descrever cor de vinho. Só a Zara parece corresponder com a devida oferta à minha procura.
sábado
A arte de Banksy
Não sou nem nunca fui perita em graffitis. Não conheço muitos nomes de artistas que lhes estejam associados com excepção dos portugueses Mr. Dheo e Vhils (Alexandre Farto). Nunca li muito sobre o tema, sobretudo no que diz respeito à técnica daí apenas saber que envolve sprays e na maior parte das vezes, muita cor. A única coisa que sempre fiz em relação aos graffitis foi limitar-me a contemplá-los com prazer. Atenção que estou a falar de verdadeiros graffitis, obras de arte cheias de vida pintadas quase sempre em paredes esquecidas e cansadas, mesmo a precisarem de uma boa maquilhagem. Não confundir com tags ou frases cheias de profundidade a incitar à revolução, normalmente cheias de palavrões. Há quem coloque tudo no mesmo saco e classifique de puro vandalismo mas para mim é impossível dar essa classificação aos trabalhos que poderão ver nas fotos abaixo.
Ultimamente o nome que anda nas bocas do mundo é o de Banksy. O artista britânico, cuja identidade poucos conhecem, reúne cada vez mais admiradores e "inimigos" também. O mais recente a integrar este grupo é o Presidente da Câmara de NY, Michael Bloomberg, uma vez que durante este mês de Outubro foi na Big Apple que o polémico artista deixou a sua inconfundível marca. Foi também em NY, mais precisamente em Central Park, que Banksy colocou à venda algumas das suas obras numa pequena banca. Devido à falta de publicidade, o resultado foi um pequeno punhado de dólares ganho, um rendimento nada comparável ao da venda recente de um dos seus trabalhos num leilão por 2 milhões. Mas o que é que faz este graffiter para ter mais destaque e fama do que muitos outros seus semelhantes? Crítica social associado a muito talento. Desenhos que se inserem perfeitamente nos locais onde são deixados. Simplicidade aliada a uma grande dose de originalidade. Já vi graffitis mais grandiosos, em termos de espaço e de cor, mas estes, mais pequenos e mais monocromáticos, têm qualquer coisa. Não sei, talvez seja a dose de humor que contém em si.
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