domingo

Um Brunch com vista para o rio

Junta-se-lhe um sol que com os seus potentes raios desafia o frio que se tem sentido. Adiciona-se boa companhia ao cenário e chega-se à receita daquilo a que eu designo de boa vida.
O Brunch Energia do Noobai Café no Miradouro de Santa Catarina superou as minhas expectativas. Comida deliciosa, variada e saudável. A esplanada permite uma vista privilegiada para o Tejo. Dá vontade de ficar numa das mesas a comer, a conversar e a contemplar a paisagem durante horas a fio.
Vários restaurantes passaram a incluir recentemente a opção do Brunch que começa a ter muitos adeptos. Os menus e os preços variam muito e a escolha pode ser difícil. Investiguei os mais divulgados na imprensa e acabei por escolher o Noobai Café por causa do preço mas sobretudo por causa do local. Quando lá chegámos, comentei que às vezes, para se garantir o sucesso de um negócio de restauração, basta encontrar um bom spot.





    

sábado

Vestidos transparentes mas...

... longe de serem ordinários têm invadido as passadeiras vermelhas dos mais importantes eventos hollywoodescos. É claro que as actrizes que os exibem são senhoras que, devido ao facto de serem proprietárias de corpinhos esculturais, o podem fazer sem correrem o risco de passarem vergonhas. Por baixo dos tecidos transparentes, sejam eles tule, organza, rendas ou outros, por norma existe um body tapando o essencial. Vejamos alguns bons exemplos que detectei nos últimos tempos.






  

segunda-feira

Camisolas com aplicações é...

... coisa que existe em grandes quantidades nessa loja essencial à vida de uma mulher que é a Zara. A palete de cores não varia muito ficando-se pelo branco, preto e cinzento mas é o bastante. Pérolas, pedras ou pequenas peças metalizadas tornam uma banal camisola de lã quentinha em algo vistoso, original e chic. As aplicações estão nas golas, nas mangas ou espalhadas. Eu aderi e comprei esta já aqui abaixo repleta de pérolas brancas. Os elogios ao investimento foram muitos!








sábado

O mais recente anúncio do perfume Dolce & Gabbana The One...

... and The One for Man é um daqueles que continuará a ser comentado daqui a uns bons anos. Realizado por Martin Scorsese e protagonizado pela dupla de estrelas Scarlett Johansson e Matthew McConaughey, o pequeno filme publicitário está cheio de glamour, sensualidade e luxo. Fez-me recordar, apesar de apresentarem histórias completamente diferentes, o anúncio do Chanel nº 5 realizado por Baz Luhrmann e que tinha como protagonistas a lindíssima Nicole Kidman e o aspirante a estrela para lá das fronteiras do Brasil, Rodrigo Santoro. 
Apesar da maioria das marcas continuar a apostar em modelos para as suas campanhas publicitárias, outras decidem ir mais além e contratar estrelas de cinema para darem a cara pelas suas fragrâncias. O anúncio do J'Adore da Dior não teria tido o mesmo impacto se em vez de Charlize Theron, a prestigiada Casa francesa tivesse optado por uma modelo bonitinha mas ainda assim mais desconhecida que a actriz premiada com um Oscar a mergulhar numa piscina dourada. 
Destes três spots, afirmo sem pensar duas vezes que o meu preferido é o do Chanel Nº 5. Quanto aos vestidos usados pelas actrizes, aí a dificuldade em dar favoritismo a apenas um é bem maior senão impossível. Ora veja-se:






quinta-feira

Lar Doce Lar

Sempre fui menina de frequentar mais as salas de cinema do que as de teatro. Desconfio que se passa o mesmo com a maioria das pessoas. Ver um filme sai mais barato e a oferta é maior. Este ano posso afirmar com toda a certeza que consigo contar pelos dedos de uma mão as vezes que fui ver uma peça. Segunda feira foi noite de acrescentar mais uma à pequena lista. Lar Doce Lar esteve em cena no Tivoli vários meses. Olhei para o cartaz com interesse mas nunca me decidi a comprar bilhetes. Até que uma amiga me disse que era de chorar a rir. Ora se há choro que eu acho que merece ser alimentado é aquele que resulta de umas boas gargalhadas. Por isso, assim que soube que a peça se tinha mudado para o Casino de Lisboa lá fui eu a correr garantir um lugar na plateia.
Espectáculo com Maria Rueff e Joaquim Monchique nunca poderia desiludir e assim foi. Apesar de serem os únicos em palco, cada um deles representa pelo menos 4 personagens diferentes. No final é difícil dizer qual a preferida, qual a mais cómica.
A história passa-se numa residência luxuosa para seniores. Duas amigas de longa data partilham o mesmo quarto. Entre elas trocam-se queixumes, segredos, insultos, lamentos e acusações. Os diálogos são fabulosos, o ritmo nunca diminui. No final, quase desejamos passar os últimos anos da nossa vida num lugar assim, com uma pessoa amiga, com a qual podemos contar mas a qual também podemos insultar.

   

domingo

O tempo entre costuras

Há livros que não queremos que terminem nunca. Começamos a leitura numa noite. Lemos os dois primeiros capítulos. Achamos que a história se calhar vai ser um pouca morna mas insistimos. Uns tempos depois, já chegados quase a meio do livro, desejamos que as páginas por ler continuem por muitos e longos meses. Foi assim com este "O tempo entre costuras" da autora espanhola Maria Dueñas. Não sei por que motivo o comprei. Não me foi aconselhado por ninguém, não li qualquer crítica sobre ele mas vi-o várias vezes em destaque nas prateleiras das livrarias, inclusive numa viagem em Madrid e sempre gostei do título. Li a contracapa e depois de muito pensar, decidi dar-lhe uma oportunidade. Acho que foi a questão do enredo se passar entre Madrid, Marrocos e Lisboa que mais me atraiu. Ou de não se tratar de um romance sobre uma jovem que procura o já mais do que gasto príncipe encantado mas que a vida leva a tornar-se espia numa altura em que os nazis começavam a espalhar-se pela Europa.
Os pormenores históricos misturam-se com a ficção de forma muito confortável. Chega-se a pensar que se calhar a maior parte das personagens existiu mesmo. E há alturas em que uma vez terminado um capítulo, a vontade de ir investigar mais profundamente alguns detalhes aos livros ou sites de História, é irresistível. 
Aconselho vivamente este primeiro romance de Maria Dueñas. E uma vez que este foi o primeiro, ficarei atenta na esperança de que outros publique. 
Às vezes comprar um livro com poucas ou nenhumas referências transforma-se numa experiência agradavelmente positiva. 

   

sexta-feira

Calças pretas...

... nunca são demais no armário de uma mulher. Há que tê-las de todos os feitios e tecidos. Vi estas recentemente no site da Mango e pensei: não deixam de ser pretas mas têm o seu quê de originalidade! Ainda não estive com elas nas mãos mas penso que serão uma boa aquisição, sobretudo para se usar no local de trabalho.