Eu bem que tinha visto, aqui há uns tempos, o anúncio no site da Michael Page pedindo colaboradores para a Topshop. E agora, parece estar confirmado que a marca vai abrir portas no Colombo. Já não teremos apenas à disposição a possibilidade de comprarmos peças online. Agora não serão só os olhos a ver mas também as mãos. Antes de comprar vamos poder tocar e experimentar.
sábado
12 Anos Escravo
Desde que foi anunciada a estreia de 12 Anos Escravo que suspeitava de dois factos: 1. que ia indiscutivelmente ver este filme devido às suas várias nomeações para prémios; 2. que não ia sair muito feliz da sala de cinema. Tudo o que é livro, série ou filme com temáticas relacionadas com a escravatura e com o holocausto sempre tiveram o condão de me deixar com uma mistura de três sentimentos pouco saudáveis: indignação, revolta e pena. Na obra realizada por Steve McQueen só há espaço para os dois primeiros. Lágrimas só no fim, mesmo nos últimos 30 segundos. Durante o resto do tempo, qualquer espectador com o mínimo de sensibilidade, esquece que deve ter pena de Solomon - o escravo livre que levava uma existência feliz com a sua mulher e filhos em Nova Iorque - e a única coisa que lhe apetece é esmurrar os vários homens e mulheres cruéis que desfilam no ecrã. Quem achou A Lista de Schindler muito perturbante, não terá estômago para ver este 12 Anos Escravo. É o retrato de como há pessoas boas, más e outras muito más. Daquelas com as quais nunca nos queremos cruzar na vida.
Se nos conseguirmos abstrair da história e concentrarmos-nos apenas nos restantes pormenores, há que elogiar: a magnífica fotografia e o desempenho fabuloso dos actores. Chiwetel Ejiofor é Solomon Northup. Lembro-me da cara dele de Amistad, outro filme sobre escravatura e de O Amor Acontece. Nunca pensei que este actor que sempre esteve longe dos grandes papéis pudesse exprimir com tanta perfeição o sofrimento atroz que o atormenta, apenas através do olhar. Steve McQueen filmou grandes planos da sua face durante longos segundos. E o olhar diz tudo.
Depois há Lupita Nyong'o, estreante nestas andanças mas cujo desempenho já deu origem a rumores de que é ela que vai ganhar o Oscar de Melhor Actriz Secundária. A actriz é a personagem central de uma das cenas mais marcantes e cruéis do filme.
Finalmente Michael Fassbender, encarnando Edwin Epps, o ser humano mais execrável da história. O charmoso actor é tão bem sucedido a representar Epps, que esse dito charme é totalmente esquecido e substituído por asco.
Aconselho a que vejam 12 Anos Escravo. Para os mais sensíveis quero aqui deixar o aviso que devem ir preparados.
segunda-feira
Frozen
Há filmes que nos aquecem o coração. Saímos da sala com a sensação de que deixámos lá o que era mau e só ficámos com o que é bom. É quase sempre assim quando vamos ver filmes de animação e Frozen não foi excepção. Fui obrigada a ver a versão dobrada em Português por causa da criança que me acompanhava mas penso que a qualidade não se perdeu. A história é bonita, a banda sonora maravilhosa e depois há aquele personagem para lá de fofinho que é o Olaf, o boneco de neve que gosta de abracinhos calorosos e que sonha em conhecer o Verão. É verdade, o Verão. O pobre desconhece que o calor nunca lhe trará nada de agradável.
Se há coisa que está garantido nos filmes da Disney, Dreamworks ou Pixar é a abundância de cores, o humor e os finais felizes. Já não se transformam em filmes apenas os contos de fadas mais antigos e famosos, pelo contrário, a tendência são novos enredos (como o de Madagáscar), heroínas e heróis que ninguém julgaria que o pudessem ser (o caso do Shrek e da Fiona, por exemplo), vilões engraçados e claro, muitas canções que ficam na memória. Hoje estive todo o dia a cantarolar no trabalho "Vem fazer bonecos de neve", o que ao fim de umas quantas horas já se tinha tornado incomodativo para os meus colegas. Estou em crer que uma ou outra canção vai ser nomeada para os Oscars.
Se há coisa que está garantido nos filmes da Disney, Dreamworks ou Pixar é a abundância de cores, o humor e os finais felizes. Já não se transformam em filmes apenas os contos de fadas mais antigos e famosos, pelo contrário, a tendência são novos enredos (como o de Madagáscar), heroínas e heróis que ninguém julgaria que o pudessem ser (o caso do Shrek e da Fiona, por exemplo), vilões engraçados e claro, muitas canções que ficam na memória. Hoje estive todo o dia a cantarolar no trabalho "Vem fazer bonecos de neve", o que ao fim de umas quantas horas já se tinha tornado incomodativo para os meus colegas. Estou em crer que uma ou outra canção vai ser nomeada para os Oscars.
domingo
Os mais recentes anjos da minha colecção
sábado
Um anel da Bimba & Lola...
... que vi na mão de uma amiga e que achei, pela sua simplicidade, muito bonito. Além disso, trata-se de um lacinho e um lacinho conquista-me sempre.
Os pijamas da Women' Secret...
...com desenhos de cupcakes são dos mais originais que a marca já colocou à disposição de quem gosta de dormir com roupa confortável mas ao mesmo tempo, gira. Agora que os saldos estão aí, há que aproveitar estes pijamas engraçados com preços que baixaram, nalguns casos, para metade.
Para quem não é grande apreciadora dos famosos bolinhos existem outros desenhos que prestam homenagem à Pantera Cor de Rosa, ou à Hello Kitty, por exemplo.
Aqui vai o meu Top 3:
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