LA foi, para minha surpresa, a desilusão desta viagem. E a desilusão começou logo assim que saímos do aeroporto. Não é demais dizer que a terra do cinema norte-americano é uma extensão do México. Só se ouve falar castelhano, sobretudo nos transportes. As informações e os cartazes publicitários espalhados pela cidade estão em inglês e espanhol e às vezes só nesta última língua. As pessoas não gostam de ser interpeladas e parecem estar sempre com medo. Hollywood Boulevard, onde se encontra o passeio das estrelas e o Kodak Theatre, não é propriamente uma zona bem frequentada e uma amiga minha nem teve coragem de tirar a máquina fotográfica da mochila. É claro que assim que se entra em Beverly Hills e sobretudo, na Rodeo Drive parece que afinal sempre existe uma LA rica, imaculada e segura. Também a zona de Santa Mónica Beach é bastante agradável. Pelo que me disseram as minhas más impressões iniciais teriam sido completamente esquecidas se ainda tivesse passado por Malibu ou por Bel-Air.
Uma coisa ninguém pode negar: cidade com desigualdades sociais gritantes.
Por fim destaque para os Universal Studios, onde pudemos conhecer os estúdios onde são gravadas algumas das séries mais famosas da actualidade como os CSIs. Também tivemos a oportunidade de ver as casas das Donas de Casa Desesperadas, o cenário do Entre Vidas ou do Regresso ao Futuro, alguns dos carros usados na Velocidade Perigosa, a casa do Norman Bates de Psicho do Hitchcock e ainda passar por uma experiência em 3D retirada do filme King Kong do Peter Jackson.
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| O cenário do Regresso ao Futuro |
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| Alguns carros uilizados na Velocidade Furiosa |
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| A casa da Susan das Donas de Casa Desesperadas |










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