Eduardo Souto de Moura. E eu só soube ontem. E o prémio foi anunciado há pelo menos 2 meses. E ou a culpa é minha porque de facto ando completamente a leste das notícias ou a culpa é da Imprensa porque não fez o mesmo tipo de divulgação que costuma fazer para temas tão felizes como a doença das vacas loucas, ou a gripe suína, ou a gripe das aves ou mais recentemente, a bactéria dos pepinos assassinos.
É a segunda vez que um arquitecto português ganha aquele que é considerado o "Oscar" da Arquitectura. Em 1992, o contemplado com semelhante honra foi Álvaro Siza.
Não sou especialista no tema mas uma vez retirei de uma revista uma reportagem sobre edifícios contemporâneos famosos e de vez em quando volto a dar-lhes uma espreitadela: a Sydney Opera House na Austrália de Jorn Hutzon, o Edifício Turning Torso na Suécia de Santiago Calatrava ( que também assinou a nossa Estação do Oriente ), as Torres Petronas na Malásia de Cesar Pelli, a Kingdom Tower na Arábia Saudita, o Sony Center em Berlim, a Torre Agbar em Barcelona de Jean Nouvel ou o Guggenheim Museum de Frank Gehry.
A única coisa que me deixa assim um pouco descontente é que o prémio é atribuído desde 1979 e em 32 laureados, apenas 2 são mulheres: Zaha Hadid e Kazuyo Sejima ( juntamente com Ryue Nishizawa ).
Não há dúvida que as mulheres têm de continuar a lutar por um lugar ao sol, ou melhor, por um lugar no pódio nas mais variadas áreas. Bem, feminismos à parte, aqui vão umas fotos dos edifícios que mencionei bem como de algumas obras que saíram do punho de Eduardo Souto Moura.
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| Sydney Opera House |
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| Turning Torso |
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| Torres Petronas |
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| Kingdom Tower |
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| Sony Center |
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| Torre Agbar |
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| Guggenheim Museum em Bilbao |
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| Casa do Cinema de Souto Moura |
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| Estádio de Braga por Souto Moura |
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