terça-feira

Que fazer sem as minhas séries?

Estou triste. A televisão já não é o que era. Os meus programas preferidos estão em stand-by. Já tinha referido aqui antes que o Off the Map tinha sido cancelado. Ontem vi o House terminar a temporada da série onde é rei e senhor, espetando um carro contra a casa da Cuddy. O Parenthood foi de férias há um par de semanas. O Glee entrou em período sabático este Domingo. Oh mundo vil, cruel. Do zapping, só aparecem os CSI. 
Entretanto, falaram-me do Spartacus. Parece-me que a série pode ser definida através de apenas 2 verbos: lutar e copular. Gladiadores robustos distribuem pancada uns nos outros de forma violenta. Depois, como ainda há muita energia para gastar, vai de destribuir amor pelas moças que passam junto deles.
Neste fim de semana vi dois episódios. Gostei particularmente de uma cena em que o protagonista dá com uma espécie de catana na barriga do seu adversário e dá a conhecer ao espectador as entranhas do desgraçado. 
Fiquei agradavelmente surpreendida ao ver a Lucy Lawless. Lembram-se da Xena, Princesa Guerreira? Pois é, a própria, em versão ruivo flamejante. Vou continuar a seguir a série, pelo menos até o Glee voltar, visto que ambos ocupavam o mesmo horário.
Hoje, dediquei-me ao Gossip Girl. Gosto do guarda-roupa. É pelo menos bastante mais elaborado que o do Spartacus, que consiste sobretudo numa espécie de fralda ( para os gladiadores ) e numas vestes levezinhas, sem qualquer roupa interior por baixo, para as escravas que representam 90% do elenco feminino. O resto do Gossip parece-me muito semelhante ao OC - Na Terra dos Ricos, que também tinha como personagens principais uma loura alta, uma morena mais baixa, um rapaz rico e outro pouco endinheirado.
Em caso de desespero total, viro-me para as novelas da TVI ou então começo a gravar, para posterior visionamento, os programas da Julia Pinheiro que passam na hora da sesta da terceira idade e devem ser um mimo.  


      

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