O trailer nunca me seduziu. No entanto, as várias nomeações para os Golden Globes e mais recentemente para os Oscars, fizeram-me ir ver o mais recente trabalho de David O. Russel que o ano passado nos brindou com o simples mas maravilhoso, Guia para um Final Feliz. Pois que não achei brilhante, sobretudo tendo em conta todo o frissom que se tem feito à volta do filme. As interpretações, no entanto, são perfeitas. Christian Bale reforça a questão de que transformações físicas é com ele. Se em The Fighter emagreceu uns valente quilos para dar vida a um toxicodependente, em Golpada Americana, conseguiu, não percebo bem como, recuperar esse mesmo número de quilos, acrescentar mais uns quantos e depositá-los todos na zona da barriga. Pergunto-me como é possível um actor decidir (e conseguir) colocar apenas uma zona do seu corpo prestes a explodir. Canalizar toda a gordura para uma área e não deixá-la espalhar-se à sua bela vontade. Espantoso, é o que tenho a dizer sobre este fenómeno.
A Amy Adams está excelente mas este ainda não é, na minha opinião, o papel! Aquele papel que vai fazer com que todos se curvem perante ela. E ele está para chegar meus amigos. Estou convencida que Amy Adams ainda tem muitos bons desempenhos pela frente.
Depois temos Bradley Cooper com uma permanente no cabelo em mais um registo cómico e Jennifer Lawrence a mostrar que pode fazer todo o tipo de papeis. Será que temos uma futura Meryl ou estamos perante uma jovem actriz que está apenas na berra?
Outro ponto positivo: o guarda-roupa dos anos 70. Nas mulheres e no Bradley Cooper abundam os decotes vertiginosos. As pulseiras e fios nos homens são pirosos até dizer chega. Os penteados, extravagantes. As gravatas, horríveis.
Em suma, teria sido um bom filme para ver em casa. Gostei mas não provocou em mim, nem de perto nem de longe as emoções que me provocaram 12 Anos Escravo.
Segue-se o Dallas Buyers Club.
Outro ponto positivo: o guarda-roupa dos anos 70. Nas mulheres e no Bradley Cooper abundam os decotes vertiginosos. As pulseiras e fios nos homens são pirosos até dizer chega. Os penteados, extravagantes. As gravatas, horríveis.
Em suma, teria sido um bom filme para ver em casa. Gostei mas não provocou em mim, nem de perto nem de longe as emoções que me provocaram 12 Anos Escravo.
Segue-se o Dallas Buyers Club.
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